Durante uma sessão no Senado, o presidente da RTVE, José Pablo López, teve um apagão temporário enquanto falava sobre a audiência de La 1, que teve um desempenho de 10,5% em abril, o melhor em 11 anos. Ele enfrentou críticas de partidos como o PP e Vox, e o parlamentar do PP, Ángel Ibáñez Hernando, disse que o apagão simbolizava a situação da emissora. López reconheceu que a Radio Nacional precisa de mudanças, pois está com baixos índices de audiência, e anunciou que essas mudanças ocorrerão em setembro. Ele explicou que a queda na audiência se deve à falta de investimento em tecnologia e à ausência de um diretor claro. Apesar das críticas, ele defendeu o programa “Malas lenguas” como uma forma de combater a desinformação e reafirmou o compromisso da RTVE em melhorar a rádio pública.
Durante uma sessão no Senado, o presidente da RTVE, José Pablo López, enfrentou um apagão temporário enquanto defendia a audiência de La 1. O incidente ocorreu em meio a críticas de partidos como o PP e Vox sobre a gestão da emissora. O parlamentar do PP, Ángel Ibáñez Hernando, comentou que o apagão refletia a situação da RTVE, afirmando que “as luzes estão se apagando”.
López destacou que La 1 teve um desempenho de 10,5% de audiência em abril, o melhor resultado em 11 anos. No entanto, ele reconheceu a necessidade de mudanças na Radio Nacional, que apresentou baixos índices de audiência. O presidente afirmou que a emissora passará por “mudanças difíceis, mas necessárias” em setembro, após questionamentos sobre os dados do último trimestre.
O presidente da RTVE atribuiu a queda na audiência da Radio Nacional a diversos fatores, incluindo a falta de investimento em novas tecnologias e a ausência de um diretor que definisse um rumo claro. Ele também mencionou que a emissora havia perdido recursos humanos para outras áreas da corporação. Apesar das críticas, López reafirmou que a RTVE está comprometida em melhorar a situação da rádio pública.
Durante a sessão, López confrontou as acusações de manipulação informativa, lembrando que os informativos da RTVE não são os únicos a serem criticados. Ele defendeu o programa “Malas lenguas” como uma ferramenta para combater a desinformação, apesar das críticas de parlamentares do Vox, que o consideraram sectário. O presidente da RTVE reiterou que a emissora busca uma reestruturação sustentável e um aumento na audiência, sem perder de vista o serviço público.
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