O Congresso Nacional formou uma comissão mista para analisar uma medida provisória que propõe um aumento de 9% no soldo dos militares das Forças Armadas. Esse reajuste será feito em duas partes: 4,5% em 2025 e 4,5% em 2026. O senador Hamilton Mourão foi escolhido como presidente da comissão, enquanto o deputado Carlos Zarattini será o vice e o deputado General Pazuello ficará como relator. A nova tabela de soldo apresenta valores diferentes para cada patente. Por exemplo, o soldo de um almirante de esquadra, general de Exército ou tenente-brigadeiro do ar aumentará de 13.471 para 14.077 reais, e com o próximo aumento, chegará a 14.711 reais em 2026. Já os soldados e recrutas terão um aumento de 1.078 para 1.127 reais em abril deste ano e para 1.177 reais em janeiro de 2026.
O Congresso Nacional instalou, nesta terça-feira, 29 de abril, uma comissão mista para analisar a medida provisória que propõe um reajuste de 9% no soldo dos militares das Forças Armadas. O aumento será dividido em duas parcelas: 4,5% em 2025 e 4,5% em 2026. O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi eleito presidente da comissão, enquanto o deputado Carlos Zarattini (PT-SP) assumiu a vice-presidência. O relator será o deputado General Pazuello (PL-RJ).
A nova tabela de soldo foi apresentada, com valores que variam conforme a graduação e o posto dos militares. O soldo de patentes mais altas, como almirante de esquadra, general de Exército e tenente-brigadeiro do ar, passará de R$ 13.471,00 para R$ 14.077,00. Com o reajuste previsto para 2026, esses militares receberão R$ 14.711,00.
Na base da tabela, os valores também foram ajustados. O soldo de marinheiro-recruta, soldado e outras patentes iniciais subirá de R$ 1.078,00 para R$ 1.127,00 em abril de 2025 e, posteriormente, para R$ 1.177,00 em janeiro de 2026. A medida visa valorizar as carreiras militares e adequar a tabela de soldo às necessidades atuais.
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