O vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Mello Araújo, se opõe à mudança do nome da Guarda Civil Metropolitana (GCM) para Polícia Municipal, que foi aprovada pela Câmara Municipal, mas suspensa pelo Supremo Tribunal Federal. Mello Araújo, que já foi comandante da Rota, acredita que o importante é valorizar a GCM e qualificar seus profissionais. Após a morte de um vendedor ambulante em um confronto com a polícia, ele anunciou planos para regularizar a atuação dos ambulantes na cidade, criando uma comissão para desenvolver políticas que ajudem tanto os vendedores quanto os comerciantes, evitando a exploração. Além disso, Mello Araújo está planejando um projeto de prevenção ao uso de drogas voltado para crianças e adolescentes, inspirado no Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), com guardas civis atuando nas escolas. Ele também criticou a proposta de Emenda Constitucional da Segurança Pública do governo federal, afirmando que mudanças na Lei de Execuções Penais seriam mais eficazes para resolver problemas de segurança, já que a atual audiência de custódia não está funcionando bem.
O vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Mello Araújo, manifestou sua oposição à proposta de mudança do nome da Guarda Civil Metropolitana (GCM) para Polícia Municipal. A mudança, defendida pelo prefeito Ricardo Nunes, foi aprovada pela Câmara Municipal, mas suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Mello Araújo, ex-comandante da Rota, acredita que o foco deve ser na valorização da GCM e na qualificação dos profissionais.
Após a morte de um vendedor ambulante em um confronto com a polícia, Mello Araújo anunciou planos para regularizar a atuação dos ambulantes na cidade. Ele pretende criar uma comissão com os vendedores para desenvolver uma política que beneficie tanto os comerciantes quanto os ambulantes, evitando a exploração por terceiros. O vice-prefeito destacou que a prefeitura buscará impedir que uma única pessoa possua mais de um ponto de venda.
Mello Araújo também está estruturando um projeto de prevenção ao uso de drogas voltado para crianças e adolescentes. Ele defende que a solução para o problema das drogas deve ser abordada na raiz, investindo em programas educativos. O vice-prefeito mencionou a implementação de um projeto-piloto semelhante ao Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), onde guardas civis atuarão nas escolas.
Em relação à proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública apresentada pelo governo federal, Mello Araújo criticou a iniciativa, afirmando que não trará soluções efetivas. Ele sugere que a mudança na Lei de Execuções Penais seria mais eficaz para resolver os problemas de segurança, enfatizando que a atual audiência de custódia não tem funcionado adequadamente.
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