Pablo Marçal, ex-candidato à prefeitura de São Paulo, foi condenado pela Justiça Eleitoral por irregularidades na campanha de 2024, o que resultou em inelegibilidade por oito anos e uma multa de R$ 420 mil. Ele pode recorrer da decisão. O juiz Antonio Maria Patiño Zorz apontou abuso de poder econômico, uso indevido de meios de comunicação e captação ilícita de recursos. Marçal foi acusado de oferecer vídeos de apoio a candidatos a vereador em troca de doações de R$ 5 mil via PIX. O coordenador jurídico da campanha, Paulo Hamilton Siqueira Junior, anunciou que a defesa irá recorrer ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo. A ação foi movida pelo Partido Socialista Brasileiro, representado pela deputada federal Tabata Amaral e pelo candidato Guilherme Boulos, que disputaram a eleição contra Marçal. Ele ficou fora do segundo turno por uma diferença de 56.880 votos em relação a Boulos.
O empresário e ex-candidato à prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), foi condenado pela Justiça Eleitoral por irregularidades na campanha de 2024. A decisão resultou em inelegibilidade por oito anos e uma multa de R$ 420 mil. Marçal pode recorrer da sentença.
A condenação foi proferida pelo juiz eleitoral Antonio Maria Patiño Zorz e inclui abuso de poder econômico, uso indevido dos meios de comunicação e captação ilícita de recursos. Esta é a segunda condenação de Marçal, que já havia sido punido em março de 2023 por práticas semelhantes durante a campanha municipal.
Durante a campanha de 2024, Marçal foi acusado de oferecer vídeos de apoio a candidatos a vereador em troca de doações de R$ 5 mil via PIX. Em um vídeo, ele incentivava candidatos a não serem da esquerda e a solicitarem seu apoio em troca de contribuições financeiras.
O coordenador jurídico da campanha, Paulo Hamilton Siqueira Junior, afirmou que a defesa irá recorrer da decisão junto ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo. A ação foi movida pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), representado pela deputada federal Tabata Amaral e pelo candidato Guilherme Boulos, que disputaram a eleição contra Marçal. Ele ficou fora do segundo turno, com uma diferença de apenas 56.880 votos em relação a Boulos.
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