O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, continua no cargo mesmo com investigações da Polícia Federal sobre fraudes no INSS. A confirmação veio do governo, que não encontrou provas contra ele, apesar da demissão de Alessandro Stefanutto, presidente do INSS, após uma operação da PF que revelou um esquema de fraudes com descontos indevidos na folha de pagamento de aposentados. Stefanutto é o segundo presidente demitido durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, seguindo Glauco Wamburg, que foi exonerado por irregularidades em 2023. Débora Floriano assumiu interinamente a presidência do INSS e deve ficar no cargo até que um novo presidente seja escolhido. As investigações continuam e pelo menos onze entidades estão sendo investigadas por descontos irregulares que somam valores bilionários. O governo reafirmou que a responsabilidade pelas fraudes é de Stefanutto.
O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, permanece no cargo apesar das investigações da Polícia Federal sobre fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A decisão foi confirmada por integrantes do Palácio do Planalto nesta sexta-feira, 25. A investigação não apontou evidências contra Lupi, mesmo após a demissão de Alessandro Stefanutto, presidente do INSS, na quarta-feira, 23.
Stefanutto foi afastado após uma operação da PF que revelou um esquema de fraudes envolvendo descontos indevidos na folha de pagamento de aposentados e pensionistas. Ele é o segundo presidente do INSS a ser demitido durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, após Glauco Wamburg, que foi exonerado em 2023 por irregularidades relacionadas ao uso de passagens e diárias.
Débora Floriano assumiu interinamente a presidência do INSS. Com uma carreira no órgão desde 2008, ela é formada em Direito e ocupava a Diretoria de Orçamento, Finanças e Logística. O governo indicou que ela deverá comandar a instituição até que um novo presidente seja escolhido, função considerada de natureza política.
As investigações da PF continuam, e pelo menos onze entidades associativas são suspeitas de realizar descontos irregulares, que totalizam cifras bilionárias. O governo reafirmou que, com as informações atuais, não há motivos para a demissão de Lupi, uma vez que a responsabilidade recaiu sobre Stefanutto.
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