O Ministério Público Federal (MPF) pediu novamente ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que melhore a segurança na contratação de empréstimos consignados, após uma operação da Polícia Federal que resultou na prisão de seis pessoas e no afastamento do presidente do INSS. O MPF sugeriu que o aplicativo “Meu INSS” tenha um campo para que os beneficiários escolham as instituições financeiras com as quais querem fazer empréstimos. Além disso, o MPF recomendou a suspensão dos descontos de mensalidades associativas até que novas medidas de segurança sejam adotadas. O governo já suspendeu os acordos entre o INSS e as associações, seguindo a recomendação do MPF, que deu um prazo de nove dias para o INSS responder. Essas ações visam proteger os beneficiários de fraudes e irregularidades nos descontos de pensões e aposentadorias.
O Ministério Público Federal (MPF) reiterou ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), nesta quinta-feira, uma recomendação anterior de fevereiro para aumentar a segurança na contratação de empréstimos consignados sobre benefícios previdenciários. A sugestão inicial incluía a criação de um campo no aplicativo “Meu INSS” para que os beneficiários indicassem previamente as instituições financeiras com as quais desejam contratar crédito.
Após a operação da Polícia Federal, que resultou na prisão de seis pessoas e no afastamento do presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, o MPF acrescentou que a recomendação deve se estender aos descontos de mensalidades associativas. O órgão também solicitou a suspensão dessas cobranças até que novas medidas de segurança sejam implementadas.
O governo já tomou a iniciativa de suspender todos os acordos entre o INSS e as associações, conforme a recomendação do MPF. O INSS tem um prazo de nove dias para informar se acatará a recomendação. A medida visa proteger os beneficiários de possíveis fraudes e irregularidades nos descontos em pensões e aposentadorias.
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