A Polícia Civil de São Paulo lançou a Operação Floresta Devastada, que investiga um esquema de estelionato e lavagem de dinheiro. A operação resultou no bloqueio de R$ 500 milhões e na apreensão de bens de 17 pessoas, incluindo Nelson Pinheiro, fundador do Grupo Brickell, e herdeiros de banqueiros. A investigação, que está em sigilo, começou há dois anos após uma denúncia sobre o uso de empresas de fachada e contas em paraísos fiscais para desvio de recursos. Entre os alvos estão Jaime Pinheiro, presidente da JPP Participações, e seus irmãos, que são sócios da MRCP Participações S/A. A Justiça autorizou a apreensão de bens até o limite de R$ 500 milhões, e mais de 50 policiais cumpriram mandados de busca em nove endereços. A investigação revelou que o FPB Bank, parte do Grupo Brickell, transferiu investimentos de clientes para uma offshore em Belize sem autorização, causando prejuízos de quase R$ 130 milhões. A operação também afetou a família Bezerra de Menezes, com buscas nas casas de herdeiros do BicBanco. A investigação continua para identificar ativos ocultos e manobras de proteção patrimonial.
A Polícia Civil de São Paulo deflagrou, nesta quarta-feira, 23 de abril, a Operação Floresta Devastada, com foco em um esquema de estelionato e lavagem de dinheiro. A operação resultou no bloqueio de R$ 500 milhões e na apreensão de bens de 17 pessoas, incluindo o fundador do Grupo Brickell, Nelson Pinheiro, e herdeiros de banqueiros.
O inquérito, que está sob sigilo, investiga Nelson Pinheiro, que também é sócio da Ducoco, empresa que entrou em recuperação judicial com dívidas superiores a R$ 667 milhões. A investigação começou há dois anos, após uma denúncia ao Ministério Público sobre a utilização de empresas de fachada e bens em paraísos fiscais para desvio de recursos.
Entre os alvos da operação estão Jaime Pinheiro, presidente da JPP Participações e herdeiro do Banco BMC, e seus irmãos, Noberto e Nelson Nogueira Pinheiro. Os três são sócios da MRCP Participações S/A. A Justiça autorizou a apreensão de bens até o limite de R$ 500 milhões. Mais de 50 policiais cumpriram mandados de busca em nove endereços relacionados aos investigados.
A investigação revelou que o FPB Bank, parte do Grupo Brickell, teria transferido investimentos de clientes para uma offshore em Belize sem autorização, resultando em prejuízos de quase R$ 130 milhões para empresários. O advogado Guilherme San Juan, que representa uma das vítimas, afirmou que os executivos tentaram enganar a Justiça com um pedido de recuperação judicial após os desvios.
A operação também atingiu a família Bezerra de Menezes, com buscas nas residências de Marcelo, Rodrigo e Rafael, herdeiros do fundador do BicBanco. A investigação continua, com foco na identificação de ativos ocultos e manobras para blindagem patrimonial.
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