O governo decidiu manter a extinção do horário de verão, que foi feita em 2019. Essa decisão foi tomada após o retorno das chuvas, que aliviou a preocupação com a falta de água nas hidrelétricas. Em 2024, o governo Lula havia considerado reintroduzir o horário de verão por causa da seca, mas com a volta das chuvas, não foi mais necessário. A extinção do horário de verão em 2019 se baseou em um estudo que dizia que a mudança não trazia economia significativa de energia. Recentemente, um novo estudo questionou essa análise, sugerindo que o horário de verão poderia ter benefícios.
O governo federal decidiu manter a extinção do horário de verão, implementada em 2019 pelo governo Bolsonaro. A decisão foi tomada após o retorno das chuvas e o fim da preocupação com a escassez de água nos reservatórios das hidrelétricas. A medida havia sido discutida em 2024 como alternativa para o plano de contingência energética.
Em 2019, o horário de verão foi extinto com base em uma nota técnica da SNEE (Secretaria Nacional de Energia Elétrica). O estudo indicava que a mudança não gerava economia relevante de energia no país. A nota técnica foi o principal argumento para a decisão do governo Bolsonaro.
Diante da seca que atingiu quase todo o país em 2024, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apresentou ao ministro Alexandre Silveira (PSD) um plano de contingência. Entre as alternativas, estava a reintrodução do horário de verão. A proposta visava aliviar a pressão sobre o sistema elétrico, com a possibilidade de escassez nos reservatórios das usinas hidrelétricas.
Entretanto, com a regularização do regime de chuvas, o governo optou por manter a decisão anterior. A volta da chuva eliminou a necessidade de medidas emergenciais no setor energético. Um estudo recente do Nexo questiona a nota técnica de 2019, apresentando novas conclusões sobre os benefícios do horário de verão.
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