Alanna Galdino, filha do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, é acusada de receber R$ 649,9 mil entre 2015 e 2022 como funcionária comissionada da Secretaria de Planejamento, mas sem ter trabalhado de fato. O procurador do Ministério Público de Contas da Paraíba, Bradson Tibério Luna Camelo, pediu a devolução desse valor, afirmando que Alanna era uma funcionária fantasma, pois não havia registro ou comprovação de suas atividades. O Tribunal de Contas do Estado confirmou que não havia cadastro dela no sistema da secretaria e que não foram encontrados registros de trabalho. O procurador usou trechos da música “Evidências” para reforçar seu parecer. O caso está sendo analisado para decidir as próximas ações e a recuperação do dinheiro recebido indevidamente.
Filha de presidente da AL-PB é acusada de receber salários como “fantasma”
O procurador do Ministério Público de Contas da Paraíba (MPC-PB), Bradson Tibério Luna Camelo, solicitou a devolução de R$ 649,9 mil pagos a Alanna Galdino, filha do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino. O pagamento ocorreu entre 2015 e 2022, enquanto ela era servidora comissionada da Secretaria de Planejamento (Seplag).
De acordo com o MPC-PB, Alanna atuava como uma funcionária fantasma, sem registro ou comprovação de atividades na Seplag. O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) confirmou a ausência de cadastro da servidora no sistema da secretaria e a falta de evidências de trabalho realizado.
O procurador utilizou versos da música “Evidências”, de Chitãozinho e Xororó, para justificar o parecer. “Não podemos negar as aparências e disfarçar as evidências, não podemos viver fingindo”, escreveu Camelo no documento.
A auditoria do TCE-PB apontou que Alanna Galdino não possuía registros de atividades desempenhadas durante o período em que recebeu os salários. O caso está em análise para determinar as medidas cabíveis e a recuperação dos valores pagos indevidamente.
O Ministério Público de Contas da Paraíba busca a devolução integral dos valores recebidos pela filha do presidente da Assembleia Legislativa, com base nas irregularidades encontradas na auditoria e na falta de comprovação de serviços prestados.
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