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Moradores de Botafogo protestam contra barulho e ocupação irregular de espaços públicos

Moradores de Botafogo protestam contra barulho e ocupação irregular de espaços públicos por bares, enquanto a prefeitura promete fiscalização.

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Moradores de Botafogo estão protestando contra o barulho e a ocupação irregular do espaço público por bares. Faixas foram colocadas em ruas como Arnaldo Quintela e Oliveira Fausto para chamar a atenção para o problema, especialmente perto do Dia Mundial da Conscientização sobre o Ruído. Apesar das promessas da prefeitura de aumentar a fiscalização e melhorar a situação, os moradores sentem que não há diálogo e que as soluções não estão funcionando. Eles afirmam que nem todos os bares são problemáticos, citando alguns que respeitam as regras, mas muitos desrespeitam alvarás, tocam música alta e ocupam calçadas. A situação está afetando a qualidade de vida, com acúmulo de lixo e até intimidação por seguranças. A flexibilização de uma lei que permite o uso do espaço público por bares é vista como uma das causas do problema, já que foi aplicada sem ouvir os moradores. Um acordo entre a prefeitura e os bares foi feito, mas a associação de moradores diz que não foram consultados. A Subprefeitura da Zona Sul afirma que está fiscalizando os estabelecimentos para garantir o descanso dos moradores.

Moradores de Botafogo protestam contra barulho e ocupação irregular de bares

Faixas foram colocadas em ruas do bairro, como Arnaldo Quintela e Oliveira Fausto, em protesto contra o barulho e a ocupação irregular do espaço público por bares. A ação, organizada por moradores, ocorreu na noite de quarta-feira (16) e se aproxima do Dia Mundial da Conscientização sobre o Ruído, celebrado em abril.

A manifestação silenciosa surge após promessas de fiscalização da prefeitura, que garantiu ações de ordenamento urbano e combate à perturbação do sossego. No entanto, moradores relatam omissão e falta de diálogo nas soluções apresentadas.

Moradores destacam que nem todos os bares são problemáticos, citando exemplos positivos como Officina e Amelie. O foco das reclamações são estabelecimentos que desrespeitam alvarás, com música alta e mesas que ocupam as calçadas.

A situação afeta a qualidade de vida, com relatos de lixo acumulado, presença de ratos e até intimidação por seguranças. A proximidade de asilos e hospitais de cuidados paliativos agrava o problema do barulho.

A flexibilização da Lei Complementar 226, criada durante a pandemia, é apontada como um dos fatores que intensificaram a situação. A legislação ampliou o uso do espaço público, mas moradores criticam a falta de critérios e a ausência de diálogo na aplicação da lei.

Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi firmado entre a prefeitura e os bares, mas a Associação de Moradores e Amigos de Botafogo (AMAB) alega que o documento foi elaborado sem a participação dos residentes.

A Subprefeitura da Zona Sul afirmou que as equipes têm atuado com rigor para garantir o direito ao descanso dos moradores e fiscalizar o cumprimento das normas. O subprefeito Bernardo Rubião ressaltou o compromisso com uma cidade organizada e respeitosa para todos.

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