O governo Trump anunciou que o Exército dos Estados Unidos vai controlar uma área entre a Califórnia, Arizona e Novo México, permitindo apreensões de imigrantes e a construção de barreiras. Essa decisão, divulgada em 15 de abril de 2025, busca contornar a proibição do uso militar em ações contra imigração. A nova ordem, baseada em um memorando assinado por Trump, abrange 44.374 hectares de terras federais e foi anunciada pelo secretário do Interior, Doug Burgum, durante uma visita ao Novo México. A área será considerada uma zona militar, permitindo que o Exército atue no controle da fronteira. O memorando justifica a ação como resposta a ameaças como migração ilegal e tráfico de drogas, além de destacar a proteção do meio ambiente e das espécies locais. O Pentágono terá 45 dias para começar a operação, que incluirá a construção de barreiras e a instalação de equipamentos de monitoramento. A ordem de Trump reforça sua visão de que os Estados Unidos estão enfrentando uma invasão, buscando respaldo legal para suas ações na segurança da fronteira sul.
O governo Donald Trump anunciou que o Exército dos Estados Unidos controlará uma faixa de terra entre os estados da Califórnia, Arizona e Novo México. A medida, divulgada em 15 de abril de 2025, visa contornar a proibição de uso militar em ações anti-imigração, permitindo apreensões de imigrantes e construção de barreiras.
A nova ordem, baseada em um memorando assinado por Trump, abrange 44.374 hectares de terras federais. O secretário do Interior, Doug Burgum, fez o anúncio durante uma visita ao Novo México. A área, designada como zona militar, permitirá que o Exército realize operações de controle de fronteira.
O memorando justifica a ação como uma resposta a ameaças transfronteiriças, incluindo migração ilegal e tráfico de drogas. O documento destaca a necessidade de proteger o meio ambiente e as espécies locais, afirmando que as travessias ilegais podem causar danos significativos ao habitat.
O Pentágono terá 45 dias para iniciar a operação, que incluirá a construção de barreiras e instalação de equipamentos de monitoramento. A ordem de Trump reforça sua narrativa de que os Estados Unidos enfrentam uma invasão, buscando respaldo legal para suas ações na segurança da fronteira sul.
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