O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, criticou as corregedorias das polícias, dizendo que não é necessário ficar falando de punição para os policiais. Ele fez essas declarações durante o lançamento da Frente Nacional Contra o Crime Organizado, que aconteceu na Câmara Municipal em 14 de abril de 2025. A frente, liderada pela vereadora Amanda Vettorazzo, busca aumentar a segurança no país e propõe projetos de lei, como o PL anti-oruam e um projeto para o ensino cívico-militar nas escolas. Também defende que o nome das guardas municipais inclua o termo polícias. Durante o evento, Renan Santos, do Movimento Brasil Livre, pediu uma abordagem mais agressiva contra o crime, sugerindo que é preciso prender e matar líderes do crime organizado e que a polícia deve ter autorização para matar quem resistir a abordagens, recebendo apoio de Nunes. Os organizadores criticam a falta de ação do governo federal e propõem CPIs para investigar temas como aborto e a proibição de pancadões. Essa iniciativa é vista como uma estratégia de Nunes para melhorar sua imagem política para as eleições de 2026.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), criticou as corregedorias das polícias, afirmando que “não precisamos de alguém a todo momento falando de punição” aos agentes. Nunes fez essas declarações durante o lançamento da Frente Nacional Contra o Crime Organizado, realizado na Câmara Municipal em 14 de abril de 2025.
A nova frente, que será liderada pela vereadora Amanda Vettorazzo (União-SP), busca unir esforços para aumentar a segurança no país. Entre as propostas estão projetos de lei, como o PL anti-oruam e um projeto para o ensino cívico-militar nas escolas. Além disso, a frente defende a mudança do nome das guardas municipais para incluir o termo polícias.
Durante o evento, o fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, pediu uma abordagem mais agressiva contra o crime, afirmando que é necessário “prender e matar as lideranças do crime organizado”. Santos também defendeu que a polícia tenha autorização para “levar a óbito” quem resistir a abordagens, recebendo apoio de Nunes ao final de sua fala.
Os organizadores da frente criticam a inação do governo federal e propõem a criação de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) para investigar temas como o aborto e a proibição de pancadões na capital. A iniciativa é vista como um movimento estratégico de Nunes para fortalecer sua imagem política em vista das eleições de 2026.
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