Jason Miller, que foi conselheiro de Donald Trump, criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, chamando-o de “ameaça à democracia” em suas redes sociais. Essa declaração veio após Moraes falar sobre desinformação em uma entrevista à revista The New Yorker. Miller já teve problemas com Moraes antes, incluindo uma abordagem da Polícia Federal em 2021 sobre milícias digitais. Ele é o fundador da rede social Gettr, que se tornou um espaço para extremistas após bloqueios em outras plataformas. Na entrevista, Moraes enfatizou a importância de regulamentar as redes sociais para combater a desinformação, comparando a situação atual à época de Joseph Goebbels, afirmando que, se ele estivesse vivo hoje, a sociedade estaria em perigo. Moraes também disse que as redes sociais devem seguir as leis dos países onde operam, destacando que, sem regulamentação, essas plataformas lucram em prejuízo das nações e têm poder para influenciar eleições.
Jason Miller, ex-conselheiro de Donald Trump, criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, chamando-o de “ameaça à democracia”. A declaração foi feita em suas redes sociais no domingo, 13, após Moraes comentar sobre desinformação em entrevista à revista The New Yorker.
Miller, que já teve conflitos com Moraes, foi abordado pela Polícia Federal em setembro de 2021, no contexto de um inquérito sobre milícias digitais. O ex-assessor de Trump é fundador da rede social Gettr, que se tornou um espaço para extremistas após bloqueios em plataformas tradicionais.
Na entrevista, Moraes destacou a necessidade de regulamentação das redes sociais para combater a desinformação. Ele comparou a situação atual com a atuação de Joseph Goebbels, afirmando que “se Goebbels estivesse vivo e tivesse acesso ao X, estaríamos condenados”. O ministro criticou o que chamou de “novo populismo digital extremista”.
Moraes também argumentou que as redes sociais devem respeitar as leis dos países onde operam, afirmando que “sem regulamentação, as plataformas lucram em detrimento dos países”. Ele fez uma analogia com as Companhias de Índias, ressaltando que as redes sociais influenciam eleições e geram receitas publicitárias significativas.
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