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Câmara dos Deputados propõe pena de até cinco anos para quem violar sigilo do voto

Câmara dos Deputados propõe criminalizar uso de celulares na cabine de votação, com penas de detenção e multas. A discussão avança na Comissão de Constituição e Justiça.

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A Câmara dos Deputados está analisando um projeto de lei que torna crime o uso de celulares e outros dispositivos na cabine de votação. A proposta, da deputada Dani Cunha, sugere penas de um a três anos de detenção e multas de R$ 500 a R$ 1 mil para quem desrespeitar a regra. Os aparelhos devem ser desligados e deixados em um local visível durante a votação, e quem não cumprir essa exigência não poderá votar. Além disso, a proposta prevê penas de dois a cinco anos para quem violar o sigilo do voto. A discussão está em andamento na Comissão de Constituição e Justiça e será levada ao plenário depois. A deputada argumenta que a medida é necessária para proteger a integridade do processo eleitoral, já que muitos eleitores têm ignorado a proibição atual do Tribunal Superior Eleitoral.

A Câmara dos Deputados analisa um projeto de lei que criminaliza o uso de celulares e outros dispositivos na cabine de votação. A proposta, apresentada pela deputada Dani Cunha (União-RJ), prevê penas de um a três anos de detenção e multas entre R$ 500,00 e R$ 1 mil para quem descumprir a norma.

O texto estabelece que os aparelhos devem ser desligados e depositados em local visível durante a votação. Caso o eleitor se recuse a deixar os dispositivos, não poderá votar. A proposta surge em resposta ao descumprimento da norma já existente do Tribunal Superior Eleitoral, que proíbe o uso de celulares na cabine.

Além disso, a proposta prevê uma pena de dois a cinco anos de detenção para quem violar o sigilo do voto. A discussão está em andamento na Comissão de Constituição e Justiça e, posteriormente, será analisada pelo plenário da Câmara.

Dani Cunha argumenta que a medida é necessária para garantir a integridade do processo eleitoral, uma vez que muitos eleitores têm ignorado a proibição atual. A proposta visa reforçar a segurança e a confidencialidade do voto nas eleições.

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