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Aliados de Bolsonaro buscam apoio no STF para reduzir penas de réus dos atos de 8 de janeiro

Aliados de Bolsonaro buscam ministros do STF para revisar penas de condenados pelos atos de 8 de Janeiro, apostando em anistia seletiva.

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Aliados de Jair Bolsonaro estão buscando ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que possam ajudar a reduzir as penas de pessoas condenadas pelos atos de 8 de Janeiro. Eles acreditam que pelo menos quatro ministros podem apoiar essa ideia, que envolve revisões criminais e uma possível anistia seletiva, sem precisar passar pelo Congresso. Até agora, o STF já recebeu três pedidos de revisão relacionados a esses atos. Os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça, indicados por Bolsonaro, são vistos como mais abertos a aceitar esses pedidos, pois já votaram por penas menores em casos anteriores, em contraste com as penas mais altas decididas pelo ministro Alexandre de Moraes. O ministro Gilmar Mendes também comentou sobre a possibilidade de reavaliações das penas, o que deixou os aliados de Bolsonaro otimistas, já que isso poderia acelerar a revisão das condenações.

Aliados de Jair Bolsonaro estão identificando ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que podem ser favoráveis à redução das penas de condenados pelos atos de 8 de Janeiro. A estratégia envolve revisões criminais e a possibilidade de anistia seletiva, sem passar pelo Congresso.

Os bolsonaristas acreditam que ao menos quatro ministros poderiam apoiar essa abordagem. Eles preferem que o STF decida sobre as penas, ao invés de um embate político na Câmara dos Deputados. Até agora, o STF recebeu três pedidos de revisão relacionados aos atos de janeiro.

Os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça, indicados por Bolsonaro, são vistos como mais propensos a acolher os pedidos de revisão. Eles já votaram por penas menores em casos anteriores, divergindo das decisões do ministro Alexandre de Moraes, que impôs penas elevadas.

Recentemente, o ministro Gilmar Mendes mencionou a possibilidade de reavaliações das penas, o que gerou otimismo entre os aliados de Bolsonaro. Mendes afirmou que o tribunal está aberto a “eventuais reavaliações”, o que pode acelerar a progressão das penas.

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