Donald Trump está enfrentando críticas por suas tarifas altas, que têm como alvo a China, liderada por Xi Jinping. A jornalista Li Yuan, do The New York Times, aponta que, apesar da postura agressiva de Trump, a China tem um governo forte que resiste a pressões externas. Anne Applebaum, da The Atlantic, destaca a importância de um Congresso ativo para evitar problemas maiores, alertando que a falta de controle pode levar a uma crise global. O historiador Niall Ferguson, em seu texto sobre as tarifas de Trump, sugere que essas ações estão contribuindo para o fim da liderança dos EUA, comparando a situação ao jogo Minecraft. Enquanto isso, no Brasil, o Congresso está inativo, com a repórter Adriana Fernandes, da Folha, informando que não houve votação de temas importantes desde fevereiro. A reforma do Código Civil, que altera mais de mil artigos, também está sendo ignorada, segundo Conrado Hübner Mendes.
Donald Trump enfrentou reações adversas à sua política tarifária, que visava pressionar a China sob a liderança de Xi Jinping. A análise de Li Yuan, publicada no The New York Times, destaca que, apesar da postura agressiva de Trump, ele se depara com um Estado-partido chinês que resiste a pressões externas. A jornalista observa que, se Trump busca poder absoluto, ainda precisa percorrer um longo caminho.
A necessidade de um poder legislativo forte é enfatizada por Anne Applebaum, da The Atlantic. Ela argumenta que a falta de freios e contrapesos pode levar a um ciclo de destruição, afetando não apenas os Estados Unidos, mas o mundo todo. A inatividade do Partido Republicano em devolver ao Congresso seu papel essencial é uma preocupação crescente.
O historiador Niall Ferguson, em seu ensaio “As tarifas de Trump e o fim do império americano”, sugere que as ações de Trump estão contribuindo para o desmantelamento da liderança dos EUA. Ele utiliza o jogo Minecraft como uma alegoria para ilustrar a situação atual, afirmando que o império americano está em processo de descolonização.
Enquanto isso, no Brasil, o Congresso permanece inativo, com projetos importantes, como a reforma do Código Civil, sendo ignorados. A repórter Adriana Fernandes, da Folha, destaca que, desde o início dos trabalhos legislativos em fevereiro, não houve votação de temas relevantes. A falta de discussão sobre a reforma do Código Civil, que altera mais de mil artigos, também é uma preocupação levantada por Conrado Hübner Mendes.
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