O senador Randolfe Rodrigues, que é o líder do governo Lula no Congresso, disse que a eleição de 2026 será uma disputa entre democratas e autocratas, com Jair Bolsonaro representando o autoritarismo. Ele explicou que a polarização atual não é entre direita e esquerda, mas sim sobre a defesa dos valores democráticos. Randolfe criticou o aumento do poder do Congresso sobre o orçamento federal, que aprovou R$ 50,4 bilhões em emendas para 2025, e atribuiu isso ao governo anterior, que não cuidou bem da gestão orçamentária. Ele também comentou que a polarização política é normal na democracia, mas que o Brasil enfrenta uma radicalização que ameaça as instituições. O senador destacou que a oposição busca anistia para crimes contra a democracia, especialmente em relação aos eventos de 8 de janeiro. Ele defendeu a restauração do presidencialismo de coalizão, como está na Constituição de 1988, e afirmou que qualquer mudança no sistema político deve ser decidida por plebiscito, respeitando a vontade do povo.
O senador Randolfe Rodrigues, líder do governo Lula no Congresso, afirmou que a eleição de dois mil e vinte e seis será marcada por uma disputa entre democratas e autocratas, com Jair Bolsonaro como símbolo do autoritarismo. Em entrevista ao Estadão, ele destacou que a polarização atual não se baseia em direita e esquerda, mas na defesa dos valores democráticos.
Randolfe criticou o avanço do Congresso sobre o orçamento federal, que aprovou R$ 50,4 bilhões em emendas parlamentares para dois mil e vinte e cinco. Ele atribui essa distorção ao governo anterior, que, segundo ele, deixou de lado a gestão orçamentária, permitindo que o Legislativo ampliasse seu poder sobre a alocação de recursos públicos.
O senador também mencionou que a polarização política é uma característica da democracia, mas que o Brasil enfrenta uma radicalização que ataca instituições e valores constitucionais. Ele afirmou que a oposição atual busca anistia para crimes contra o Estado Democrático de Direito, especialmente em relação aos eventos de 8 de janeiro.
Randolfe enfatizou a necessidade de restaurar o presidencialismo de coalizão, conforme estabelecido na Constituição de mil novecentos e oitenta e oito. Ele defendeu que qualquer mudança no sistema político deve ser decidida por plebiscito, respeitando a vontade popular, já manifestada em votações anteriores.
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