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MP-SP investiga Sabesp por poluição nas represas Billings e Guarapiranga em São Paulo

MP-SP investiga a Sabesp por poluição nas represas Billings e Guarapiranga, enquanto moradores relatam problemas de abastecimento e qualidade da água.

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O Ministério Público de São Paulo está investigando a Sabesp por poluição nas represas Billings e Guarapiranga, que abastecem mais de cinco milhões de pessoas. O inquérito civil foi aberto após denúncias de água contaminada e falta de manutenção no sistema de esgoto. Moradores relatam problemas de abastecimento e que a água apresenta coloração estranha e mau cheiro. A Sabesp afirma que está investindo R$ 70 bilhões em saneamento, mas o MP-SP, junto com a CETESB e o Vigiagua, investiga a responsabilidade pela poluição. A deputada Tabata Amaral e a vereadora Renata Falzoni destacam a falta de manutenção no esgoto. Especialistas afirmam que a poluição é um problema antigo e que a Sabesp precisa agir. Pescadores e moradores expressam preocupação com a qualidade da água e a saúde pública, mencionando a falta de ecobarreiras e a urbanização desordenada como fatores que pioram a situação. A Sabesp, por sua vez, diz que a revitalização dos rios e represas depende de várias ações além do saneamento básico.

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) investiga a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) por poluição nas represas Billings e Guarapiranga. O inquérito civil foi instaurado após denúncias de contaminação da água e falta de manutenção do sistema de esgoto na região, que abastece mais de cinco milhões de pessoas.

Moradores relatam problemas de abastecimento e a presença de água com coloração estranha e odor desagradável. A Sabesp afirma estar investindo R$ 70 bilhões em saneamento, mas o MP-SP, junto com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) e o Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiagua), investiga a responsabilidade pela poluição.

A deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) e a vereadora Renata Falzoni (PSB) destacam a falta de manutenção no sistema de esgoto. Especialistas, como Marta Marcondes, professora da Universidade de São Caetano do Sul, afirmam que a poluição é crônica e que a Sabesp deve fiscalizar e discutir soluções com especialistas.

Os pescadores e moradores da região expressam preocupação com a qualidade da água e a saúde pública. A falta de ecobarreiras e a urbanização desordenada contribuem para a degradação dos reservatórios. A Sabesp, por sua vez, defende que a revitalização dos rios e represas depende de várias iniciativas além do saneamento básico.

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