O projeto de anistia para os condenados do 8 de Janeiro ganhou força na Câmara dos Deputados com a ajuda de Sóstenes Cavalcante, líder do PL. Ele reuniu um grupo de mulheres chamadas “anistietes” para pressionar pela urgência da votação. As anistietes usaram camisas amarelas e azuis com a frase “anistia já” e mostraram QR codes para facilitar a adesão dos deputados ao requerimento de urgência. Cavalcante informou que já foram coletadas 257 assinaturas, o que é o mínimo necessário. No entanto, o requerimento ainda precisa ser apresentado oficialmente e pautado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta. Se for aprovado, o projeto de lei nº 5.643/2023 será colocado na lista de prioridades da Casa. A mobilização das anistietes pode ser crucial para o avanço da proposta, que enfrenta desafios e requer articulação política.
O projeto de anistia aos condenados do 8 de Janeiro ganhou impulso na Câmara dos Deputados, após a mobilização do líder do PL, Sóstenes Cavalcante. Ele organizou um grupo de mulheres, apelidadas de “anistietes”, para pressionar pela urgência da votação.
As anistietes, vestindo camisas amarelas e azuis com a frase “anistia já”, utilizaram QR codes para facilitar a adesão dos parlamentares ao requerimento de urgência. Cavalcante anunciou que o número mínimo de 257 assinaturas foi alcançado na quinta-feira.
O requerimento ainda não foi apresentado oficialmente e precisa ser pautado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Se aprovado, o PL nº 5.643/2023 será incluído na agenda prioritária da Casa.
A mobilização destaca a estratégia de Sóstenes Cavalcante em buscar apoio para a proposta, que enfrenta resistência e exige articulação política para avançar nas votações. A pressão das anistietes pode ser um fator decisivo nesse processo.
Entre na conversa da comunidade