Um grupo de doze pessoas em situação de rua foi levado pela Prefeitura de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, para Linhares, no Espírito Santo, com a promessa de empregos na colheita de café e na indústria moveleira. Ao chegarem, disseram que não havia trabalho disponível. A situação está sendo investigada pela polícia e pela Defensoria Pública. As pessoas afirmaram que a promessa de emprego foi feita pelo administrador da casa de passagem em Cabo Frio. O delegado da Polícia Civil, Fabrício Lucindo, informou que o grupo foi transportado em um micro-ônibus e que o administrador havia garantido que haveria suporte na rodoviária de Linhares. O prefeito de Linhares, Lucas Scaramussa, confirmou que o grupo foi acolhido e que a assistência social está avaliando se eles querem ficar na cidade ou voltar para Cabo Frio. Ele repudiou a situação e afirmou que a prefeitura ajudará nas investigações. A Prefeitura de Cabo Frio, sob a gestão de Dr. Serginho, negou ter feito promessas de emprego e disse que o grupo manifestou interesse em buscar trabalho. A Defensoria Pública do Rio de Janeiro já abriu um procedimento para investigar o caso, que pode envolver improbidade administrativa.
Um grupo de doze pessoas em situação de rua foi transportado pela Prefeitura de Cabo Frio (RJ) para Linhares (ES), com a promessa de empregos na colheita de café e na indústria moveleira. Ao chegarem, relataram que não havia trabalho disponível. A situação está sendo investigada pela polícia e pela Defensoria Pública.
As pessoas afirmaram que a promessa de emprego foi feita pelo administrador da casa de passagem em Cabo Frio. O delegado Fabrício Lucindo, da Polícia Civil, informou que o grupo foi levado em um micro-ônibus e que o administrador havia garantido que haveria um suporte na rodoviária de Linhares.
O prefeito de Linhares, Lucas Scaramussa, confirmou que o grupo foi acolhido e que a assistência social está avaliando se desejam permanecer na cidade ou retornar a Cabo Frio. Ele repudiou a situação e afirmou que a prefeitura colaborará com as investigações.
A Prefeitura de Cabo Frio, sob a gestão de Dr. Serginho, negou ter feito promessas de emprego e afirmou que o grupo manifestou interesse em buscar trabalho. A Defensoria Pública do Rio de Janeiro já abriu um procedimento para apurar o caso, que pode envolver improbidade administrativa.
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