Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Equador decreta estado de exceção em resposta à crescente violência do tráfico de drogas

Estado de exceção no Equador antecipa eleições presidenciais em meio a crescente violência; Luisa González denuncia retirada de segurança.

0:00
Carregando...
0:00

O Equador declarou estado de exceção em doze províncias e na capital Quito devido ao aumento da violência ligada ao tráfico de drogas. Essa medida, que dura sessenta dias, foi anunciada um dia antes do segundo turno das eleições presidenciais entre o presidente Daniel Noboa e a candidata Luisa González. A taxa de homicídios no país é de 38 por 100 mil habitantes em 2024, embora tenha diminuído um pouco em relação ao ano anterior. O decreto de Noboa suspendeu direitos como a inviolabilidade do domicílio e a liberdade de reunião para tentar controlar a criminalidade. Entre março e abril, foram registrados 120 assassinatos. O governo também restringiu a entrada de estrangeiros nas fronteiras com a Colômbia e o Peru para garantir a segurança nas eleições. Noboa, que assumiu em novembro de 2023, já havia declarado o país em conflito armado interno para combater grupos de traficantes. A tensão nas eleições é alta, com González denunciando a retirada de sua segurança, o que levantou preocupações sobre sua proteção pessoal, especialmente após o assassinato do candidato Fernando Villavicencio em 2023.

O Equador declarou estado de exceção em doze províncias e na capital Quito, com um toque de recolher noturno, devido ao aumento da violência relacionada ao tráfico de drogas. A medida, válida por sessenta dias, foi anunciada um dia antes do segundo turno das eleições presidenciais entre o atual presidente Daniel Noboa e a candidata Luisa González.

A violência no país atingiu níveis alarmantes, com uma taxa de homicídios de 38 por 100 mil habitantes em 2024, apesar de uma leve queda em relação ao ano anterior. O decreto de Noboa suspendeu direitos como a inviolabilidade do domicílio e a liberdade de reunião, visando conter a criminalidade crescente. Entre março e abril, foram registrados 120 assassinatos.

Além disso, o governo restringiu a entrada de estrangeiros nas fronteiras com a Colômbia e o Peru, os maiores produtores de cocaína do mundo, para garantir a segurança durante as eleições. Noboa, que assumiu em novembro de 2023, já havia declarado o país em conflito armado interno para combater grupos de traficantes.

A tensão eleitoral é elevada, com Luisa González denunciando a retirada de sua segurança, o que gerou preocupações sobre sua proteção pessoal. O assassinato do candidato Fernando Villavicencio em 2023 ainda está fresco na memória dos eleitores, aumentando a ansiedade em torno da segurança nas eleições.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais