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Cientista russa detida nos EUA teme deportação e repressão política em seu país natal

Cientista russa detida nos EUA aguarda asilo após ser presa por trazer embriões de sapo; sua deportação gera preocupação entre opositores.

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A cientista russa Kseniia Petrova, de 30 anos, está detida em um centro de imigração na Louisiana, aguardando uma audiência de asilo. Ela foi presa em fevereiro ao tentar entrar nos Estados Unidos com amostras de embriões de sapo, uma infração que normalmente não é grave, mas resultou no cancelamento de seu visto. Petrova fugiu da Rússia por motivos políticos e teme ser presa se for deportada. O Departamento de Imigração e Alfândega negou seu pedido de liberdade condicional, alegando que ela representa um risco de fuga e uma ameaça à segurança. Ela vive em condições difíceis, compartilhando um dormitório com outras mulheres imigrantes, sem poder usar seu laptop, e passa o tempo jogando xadrez e lendo. Petrova chegou aos EUA em maio de 2023, após deixar a Rússia em meio a protestos contra a invasão da Ucrânia. Sua situação gerou preocupação entre jovens russos e figuras da oposição, enquanto Harvard, onde ela trabalhava, acompanha o caso.

Um centro de detenção na Louisiana abriga a cientista russa Kseniia Petrova, que aguarda uma audiência de asilo após ser detida ao tentar entrar nos Estados Unidos com amostras de embriões de sapo. Petrova, de 30 anos, foi presa em fevereiro, quando seu visto foi cancelado por não declarar as amostras, uma infração considerada de menor importância.

Petrova, que trabalhava em um laboratório da Faculdade de Medicina de Harvard, fugiu da Rússia por motivos políticos e teme ser presa se deportada. O Departamento de Imigração e Alfândega negou duas vezes seu pedido de liberdade condicional, alegando risco de fuga e ameaça à segurança nacional. Sua situação gerou preocupação entre jovens russos e figuras da oposição política.

A cientista está em um dormitório com outras mulheres imigrantes, enfrentando condições difíceis, como barulho constante e frio. Ela passa o tempo jogando xadrez e lendo sobre evolução, já que seu laptop foi confiscado. Harvard declarou que está acompanhando a situação e se engajou com o advogado de Petrova.

Petrova chegou aos EUA em maio de 2023, após deixar a Rússia em meio a protestos contra a invasão da Ucrânia. Ela se tornou uma imigrante sem permissão legal após o cancelamento do visto e agora aguarda a decisão sobre seu pedido de asilo, enquanto a comunidade científica observa atentamente seu caso.

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