Recentemente, houve uma manifestação em São Paulo a favor da anistia, que, segundo a Universidade de São Paulo (USP), teve cerca de 44,9 mil participantes. No entanto, algumas postagens nas redes sociais questionaram essa contagem, alegando que a USP enfrentou problemas técnicos, o que foi desmentido por fontes confiáveis. Uma dessas postagens usou fotos de eventos de 2024 para tentar provar que o público era menor do que o informado. A análise das imagens mostrou que eram de manifestações anteriores. O Monitor do Debate Político, em parceria com a ONG More in Common, confirmou a contagem usando tecnologia de inteligência artificial. Além disso, a Folha de S.Paulo desmentiu uma suposta reportagem que dizia que a USP não divulgaria os dados da manifestação por problemas técnicos, esclarecendo que nunca publicou essa informação e que a imagem usada era uma montagem. O coordenador do Monitor da USP afirmou que não houve dificuldades na contagem. A manifestação foi amplamente coberta pela imprensa, com estimativas de público variando entre 44,9 mil e 55 mil pessoas, enquanto a desinformação nas redes sociais teve grande repercussão, acumulando milhares de curtidas e compartilhamentos.
Recentemente, manifestações em São Paulo atraíram atenção, especialmente um ato pró-anistia que, segundo a Universidade de São Paulo (USP), reuniu cerca de 44,9 mil pessoas na Avenida Paulista. Publicações nas redes sociais, no entanto, questionaram essa contagem, alegando problemas técnicos na USP, o que foi desmentido por fontes confiáveis.
Uma publicação enganosa utilizou fotos de manifestações de 2024 para contestar a estimativa da USP. O post afirmava que o ato, liderado por Bolsonaro, teve menos participantes do que o informado. A análise das imagens revelou que elas eram de eventos anteriores, não do ato recente. O Monitor do Debate Político, em parceria com a ONG More in Common, confirmou a contagem de público utilizando tecnologia de inteligência artificial.
Além disso, a Folha de S.Paulo desmentiu uma suposta reportagem que afirmava que a USP não divulgaria dados sobre a manifestação devido a problemas técnicos. O jornal esclareceu que nunca publicou tal informação e que a imagem utilizada nas postagens era uma montagem. O coordenador do Monitor da USP, Pablo Ortellado, reforçou que não houve dificuldades na contagem.
O ato em questão foi amplamente coberto pela imprensa, com estimativas variando entre 44,9 mil e 55 mil participantes. A desinformação nas redes sociais, no entanto, teve grande repercussão, com postagens acumulando milhares de curtidas e compartilhamentos, evidenciando a necessidade de checagem rigorosa de informações.
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