O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, deve buscar a reeleição, segundo uma pesquisa Datafolha divulgada em 10 de abril. A pesquisa mostra que 58% da população paulista apoia essa decisão, enquanto 30% preferem que ele concorra à Presidência. Tarcísio, aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, considera a reeleição, mas enfrenta pressão para a candidatura presidencial devido à inelegibilidade de Bolsonaro. Se a eleição fosse hoje, Tarcísio teria 41% das intenções de voto, à frente de Geraldo Alckmin, que teria 25%. Sem Alckmin na disputa, Tarcísio chegaria a 47%. A pesquisa entrevistou 1.500 eleitores em 81 cidades entre 1º e 3 de abril. A aprovação da gestão de Tarcísio caiu de 44% para 41%, e o número de pessoas que considera sua administração ruim ou péssima aumentou de 11% para 22%. Ele tem até abril de 2024 para decidir sobre sua candidatura, pois precisaria renunciar ao cargo se optar pela Presidência. Se não buscar a reeleição, os principais candidatos para sucedê-lo são Pablo Marçal e Ricardo Nunes, com 23% e 22% das intenções de voto, respectivamente.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), deve buscar a reeleição, segundo pesquisa Datafolha divulgada em 10 de abril. Cinquenta e oito por cento da população paulista apoiam essa decisão, enquanto 30% preferem que ele concorra à Presidência da República. Tarcísio, que é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), considera a primeira opção, mas enfrenta pressão para a segunda devido à inelegibilidade de Bolsonaro.
A pesquisa também revela que, se a eleição fosse hoje, Tarcísio seria reeleito, com 41% das intenções de voto, à frente de Geraldo Alckmin (PSB), que teria 25%. Em um cenário sem Alckmin, Tarcísio alcançaria 47%, enquanto Pablo Marçal (PRTB) ficaria com 16%. A pesquisa entrevistou 1.500 eleitores em 81 cidades do Estado entre 1º e 3 de abril.
A avaliação da gestão de Tarcísio mostra uma queda na aprovação, que passou de 44% para 41%. O percentual de entrevistados que considera a administração ruim ou péssima aumentou de 11% para 22%. A desaprovação do governo é de 33%, enquanto 61% dos entrevistados aprovam sua gestão.
Tarcísio tem até abril de 2024 para decidir sua candidatura, pois a legislação eleitoral exige que ele renuncie ao cargo caso opte pela Presidência. Caso não busque a reeleição, os principais candidatos para sucedê-lo são Pablo Marçal e Ricardo Nunes (MDB), com 23% e 22% das intenções de voto, respectivamente.
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