A Receita Federal dos EUA demitiu milhares de funcionários recentemente, o que pode afetar suas atividades principais, como auditorias e processamento de impostos. Em fevereiro, entre seis mil e sete mil trabalhadores em período probatório foram dispensados. A agência pode cortar até 50% de sua força de trabalho, que tem cerca de noventa mil empregados. Um juiz federal ordenou a reintegração de muitos desses funcionários, mas o número final de demissões ainda depende de decisões judiciais. Tom O’Saben, da Associação Nacional de Profissionais de Impostos, alertou que essas demissões ocorrem em um momento crítico, durante a temporada de declarações de impostos. A Receita arrecadou mais de 5,1 trilhões de dólares em 2024 e enfrenta um desafio conhecido como “gap tributário”, que é o valor de impostos devidos que não é pago, estimado entre 600 bilhões e 1 trilhão de dólares por ano. Zorka Milin, da Coalizão de Responsabilidade Financeira e Transparência Corporativa, destacou que cortar recursos da Receita, que gera uma grande receita para o governo, não é uma boa estratégia.
A Receita Federal dos EUA demitiu milhares de funcionários nos últimos meses, o que pode impactar suas funções essenciais, como auditorias e processamento de declarações de impostos. Em fevereiro, entre seis mil e sete mil trabalhadores em período probatório foram dispensados.
A expectativa é que a agência possa cortar até 50% de sua força de trabalho, que conta com aproximadamente noventa mil empregados. Recentemente, um juiz federal determinou a reintegração de muitos desses funcionários, mas o número final de demissões ainda depende de decisões judiciais.
Tom O’Saben, diretor de conteúdo tributário da Associação Nacional de Profissionais de Impostos, destacou que as demissões ocorrem em um momento crítico, durante a temporada de declarações de impostos. O impacto financeiro para a Receita pode ser significativo, uma vez que a agência arrecadou mais de R$ 5,1 trilhões em 2024.
Além disso, a Receita enfrenta o desafio do chamado “gap tributário”, que é a quantia de impostos devidos que não é paga, estimada entre R$ 600 bilhões e R$ 1 trilhão anualmente. Zorka Milin, diretora de políticas da Coalizão de Responsabilidade Financeira e Transparência Corporativa, enfatizou que cortar recursos da Receita, que gera uma alta receita para o governo, não é uma estratégia sensata.
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