Uma mulher russa grávida e duas acompanhantes foram hospitalizadas em Bariloche, Argentina, no dia 21 de março. A jovem, de 22 anos, estava nervosa e malnutrida, e suas acompanhantes tentaram controlar suas respostas durante a consulta. Elas afirmaram que o pai da criança era Konstantin Rudnev, um líder de culto. A polícia prendeu Rudnev em um aeroporto da cidade, junto com mais de dez russos associados ao seu grupo. As investigações sugerem que a mulher pode ter sido usada para que Rudnev conseguisse cidadania argentina ao ter um filho no país. O Ministério Público investiga 21 russos por envolvimento em uma organização criminosa relacionada ao tráfico sexual e escravidão. Rudnev, que fundou o grupo Ashram Shambala em 1989, já havia sido condenado na Rússia por crimes graves, como estupro e tráfico de drogas. A polícia encontrou sinais de malnutrição entre os detidos e evidências de punições severas, como jejum forçado. Durante a operação, foram apreendidos cocaína, celulares e dinheiro em várias moedas. As propriedades ligadas ao grupo estavam em condições precárias, com janelas cobertas e colchões no chão. A situação da mulher e do bebê levanta preocupações sobre possíveis abusos e exploração dentro do culto.
Uma mulher russa grávida e duas acompanhantes foram hospitalizadas em Bariloche, Argentina, no dia 21 de março. A jovem, de 22 anos, apresentava sinais de nervosismo e malnutrição, e suas acompanhantes tentaram controlar suas respostas durante a consulta. Elas insistiram que o pai da criança era Konstantin Rudnev, um líder de culto.
A polícia argentina localizou Rudnev em um aeroporto da cidade e o prendeu em uma operação que resultou na detenção de mais de uma dezena de russos associados ao seu grupo. As investigações indicam que a mulher pode ter sido vítima de um esquema para que Rudnev obtivesse cidadania argentina ao ter um filho no país. O Ministério Público investiga 21 russos por envolvimento em uma organização criminosa voltada para tráfico sexual e escravidão.
Rudnev, que fundou o grupo Ashram Shambala em mil novecentos e oitenta e nove, já havia sido condenado na Rússia por crimes graves, incluindo estupro e tráfico de drogas. A organização, que chegou a ter até 30 mil membros, é descrita como uma seita que promoveu práticas coercitivas e isolamento social. A polícia encontrou evidências de malnutrição entre os detidos e materiais que indicam punições severas, como jejum forçado.
Durante a operação, foram apreendidos cocaína, celulares e dinheiro em diversas moedas. As propriedades associadas ao grupo apresentavam condições precárias, com janelas cobertas e colchões no chão. A situação da mulher e do bebê levanta preocupações sobre possíveis abusos e exploração dentro do contexto do culto.
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