O governo de Javier Milei decidiu expulsar o consultor político espanhol Antoni Gutiérrez-Rubí da Argentina, alegando problemas com sua documentação. A Direção Nacional de Migrações cancelou sua residência temporária e deu um prazo de quinze dias para que ele deixasse o país. Gutiérrez-Rubí, que já trabalhou com políticos como Cristina Fernández de Kirchner e Sergio Massa, nega as acusações e considera a decisão injusta, planejando recorrer. Enquanto o recurso estiver em andamento, ele poderá permanecer na Argentina. A medida gerou surpresa entre membros do partido Pro, onde Gutiérrez-Rubí atua, que a compararam a práticas autoritárias do passado. O presidente Milei já havia atacado Gutiérrez-Rubí nas redes sociais, acusando-o de liderar uma campanha negativa contra ele. A expulsão é vista como um ato autoritário e levanta preocupações sobre a liberdade de expressão e a segurança de profissionais que trabalham na política argentina.
O governo de Javier Milei determinou a expulsão do consultor político espanhol Antoni Gutiérrez-Rubí da Argentina, alegando irregularidades em sua documentação. A decisão foi comunicada pela Direção Nacional de Migraciones, que cancelou sua residência temporária e deu um prazo de quinze dias para que ele deixasse o país.
Gutiérrez-Rubí, que já trabalhou com figuras como Cristina Fernández de Kirchner e Sergio Massa, nega as acusações e considera a medida arbitrária. Ele planeja recorrer da decisão, que, enquanto estiver em processo, permitirá sua permanência na Argentina. O consultor é conhecido por sua atuação em cerca de sessenta campanhas políticas em dez países.
A decisão do governo Milei gerou reações de surpresa, especialmente entre membros do partido Pro, onde Gutiérrez-Rubí atua atualmente. Eles afirmaram que a expulsão lembra métodos autoritários do passado e que o consultor confia no Estado de direito argentino. O presidente Milei já havia atacado Gutiérrez-Rubí nas redes sociais, acusando-o de ser o responsável por uma campanha negativa contra ele.
A expulsão de Gutiérrez-Rubí é vista como um ato autoritário inédito e se insere em um contexto de crescente repressão a opositores e críticos do governo. A medida levanta preocupações sobre a liberdade de expressão e a segurança de consultores e profissionais que atuam na política argentina.
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