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Haddad considera “impossível” aprovação de isenção do Imposto de Renda sem compensação fiscal

Haddad destaca que isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil depende de compensações fiscais e reforça relações comerciais com os EUA.

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que é impossível o Congresso aprovar a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil sem compensações fiscais. Ele afirmou que já existem acordos para evitar prejuízos nas contas públicas. Haddad também mencionou que a proposta tem quase 80% de apoio da população, mas que são necessárias medidas para compensar a perda de arrecadação. O projeto inclui um imposto mínimo de 10% para rendimentos anuais acima de R$ 1,2 milhão. O deputado Arthur Lira, que é relator da proposta, indicou que quer resgatar partes de um projeto anterior que propunha uma alíquota de 15% sobre lucros e dividendos, mantendo isentos os lucros de empresas do Simples Nacional e de pequenos negócios. Além disso, Haddad falou sobre a posição do Brasil em relação às tarifas dos Estados Unidos, destacando que o país está aumentando suas exportações para os EUA, União Europeia e China, e ressaltou a importância de manter boas relações bilaterais e proteger as reservas internacionais.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que é impossível que o Congresso Nacional aprove a isenção do Imposto de Renda (IR) para pessoas com renda de até R$ 5 mil sem as devidas compensações fiscais. Ele destacou que já existem acordos firmados para evitar um rombo nas contas públicas.

Haddad mencionou que a proposta de isenção conta com quase 80% de aprovação da população, mas ressaltou a necessidade de medidas compensatórias para a perda de arrecadação. O projeto também prevê um imposto mínimo de 10% para rendimentos anuais superiores a R$ 1,2 milhão.

O deputado Arthur Lira (PP), relator da proposta, indicou que pretende resgatar trechos de um projeto anterior que previa uma alíquota de 15% sobre lucros e dividendos. Essa proposta manteria isentos os lucros de empresas do Simples Nacional e de pequenos negócios.

Além disso, Haddad comentou sobre a posição do Brasil em relação às tarifas dos Estados Unidos, destacando que o país está ampliando suas exportações para mercados como os EUA, União Europeia e China. Ele enfatizou a importância de manter as relações bilaterais e a proteção das reservas internacionais.

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