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Gleisi Hoffmann minimiza mal-estar com o STF após declarações sobre anistia e penas do 8 de janeiro

Gleisi Hoffmann minimiza mal-estar com o STF após polêmica sobre anistia, reafirmando que a revisão de penas é competência do Judiciário.

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A ministra Gleisi Hoffmann disse que não acha que o descontentamento do Supremo Tribunal Federal com suas declarações sobre anistia vai continuar. Ela explicou que sua fala foi mal colocada e que o Congresso pode discutir penas, mas a decisão final é do Judiciário. Gleisi afirmou que se referia a debater as penas dos condenados pelos eventos de 8 de janeiro, e não à proposta de anistia geral que está no Congresso, deixando claro que é contra essa anistia ampla. Ela também comentou que não foi procurada por membros do STF após suas declarações, mas que alguns magistrados não querem aumentar a crise. Gleisi mencionou que o Congresso pode buscar uma mediação com o Supremo e que não conversou com o presidente Lula antes de se manifestar, mas acredita que ele concorda que o STF é responsável pelas penas.

A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que não acredita que o mal-estar com o Supremo Tribunal Federal (STF) persista após suas declarações sobre anistia. Em entrevista, ela esclareceu que sua fala foi “mal colocada” e que o Congresso pode debater penas, mas a revisão cabe ao Judiciário.

Gleisi destacou que sua manifestação se referia a um debate sobre as penas dos condenados pelos eventos de 8 de janeiro, e não à proposta de anistia geral em tramitação no Congresso. “Nossa posição é muito clara, somos contra isso”, afirmou, referindo-se ao projeto que abrange uma anistia ampla.

A ministra também mencionou que não foi procurada por membros do STF após suas declarações, embora tenha recebido feedback de magistrados que não desejam escalar a crise. “Nada impede que o Congresso busque uma mediação com o Supremo”, disse, referindo-se aos esforços do presidente da Câmara, Hugo Motta.

Por fim, Gleisi afirmou que não consultou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva antes de se manifestar, mas acredita que ele compartilha sua visão de que o STF é o responsável pelas penas. A ministra reiterou que a discussão sobre anistia não se aplica aos casos específicos do 8 de janeiro.

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