O deputado federal Glauber Braga, do PSOL, está em greve de fome no plenário da Câmara desde 8 de abril de 2025 e recebeu a visita do filho. Ele dorme no chão do Plenário 5 após ter sua cassação aprovada pelo Conselho de Ética com 13 votos a 5, devido a acusações de agressão a um membro do Movimento Brasil Livre. Durante o processo, Glauber criticou o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira, chamando-o de “bandido” e alegando que ele o intimidava. A cassação pode torná-lo inelegível até 2035, e há possibilidade de recurso na Comissão de Constituição e Justiça, mas seriam necessários 257 votos para reverter a decisão. Se a cassação se mantiver, a ex-senadora Heloísa Helena assumiria seu cargo. Protestos semelhantes já ocorreram na Câmara, como o do ex-deputado Daniel Silveira em 2022, que também dormiu no local em protesto. A situação de Glauber continua a gerar repercussão na política brasileira.
O deputado federal Glauber Braga (PSOL) está em greve de fome no plenário da Câmara dos Deputados desde 8 de abril de 2025. Ele recebeu a visita do filho, enquanto dorme no chão do Plenário 5. A cassação de seu mandato foi aprovada pelo Conselho de Ética, com 13 votos a 5, após acusações de agressão a um membro do Movimento Brasil Livre (MBL).
Durante o processo, Glauber criticou o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira, chamando-o de “bandido” e alegando que ele o intimidava. A cassação pode torná-lo inelegível até 2035. O deputado já se destacou por sua postura em votações polêmicas, como a que envolveu a ex-deputada Flordelis, condenada por homicídio.
Além de sua greve de fome, Glauber recebeu apoio de líderes religiosos e de outros parlamentares. A possibilidade de recurso na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ainda existe, mas para reverter a decisão, seriam necessários 257 votos favoráveis. Caso a cassação se mantenha, a ex-senadora Heloísa Helena (Rede-RJ) assumiria seu posto.
Protestos semelhantes ocorreram anteriormente na Câmara. Em 2022, o ex-deputado Daniel Silveira também se manifestou ao dormir no local, após determinação judicial que o obrigou a usar tornozeleira eletrônica. A situação de Glauber Braga continua a gerar repercussão no cenário político brasileiro.
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