O governo Trump classificou mais de seis mil imigrantes vivos como mortos, o que cortou seus benefícios e acesso a serviços financeiros. Essa ação, segundo o Departamento de Segurança Interna, tem como objetivo forçar esses imigrantes a se autodeportarem. Os nomes foram inseridos em um banco de dados que rastreia pessoas falecidas, dificultando o acesso a empregos e serviços essenciais. Esses imigrantes têm números de Seguro Social e foram selecionados de programas temporários que já foram encerrados. A administração afirma que muitos estão na lista de vigilância de terroristas ou têm registros criminais, mas não apresentou provas. Além disso, o governo planeja aplicar multas de US$ 998 por dia para quem não obedecer às ordens de deportação, podendo confiscá-las em caso de não pagamento. A Suprema Corte dos Estados Unidos autorizou a aplicação de uma lei de 1789 que facilita expulsões em massa. A mudança no tratamento dos números de Seguro Social gerou críticas, com ex-comissários da Administração da Seguridade Social alertando que essa prática pode ser aplicada a qualquer um. A administração Trump reafirma seu compromisso com a deportação em massa, afirmando que está cumprindo promessas feitas aos cidadãos americanos.
O governo Trump classificou mais de seis mil imigrantes vivos como mortos, cortando seus benefícios e acesso a serviços financeiros. A medida, segundo o Departamento de Segurança Interna (DSI), visa forçar esses indivíduos a se autodeportarem. Os nomes foram inseridos em um banco de dados que rastreia falecidos, dificultando o acesso a empregos e serviços essenciais.
Esses imigrantes, que possuem números de Seguro Social, foram selecionados de programas temporários que foram encerrados. A administração alega que muitos estão na lista de vigilância de terroristas ou têm registros criminais, mas não apresentou evidências concretas. A DSI confirmou que a intenção é eliminar os incentivos financeiros para que deixem os Estados Unidos.
Além disso, o governo planeja aplicar multas de US$ 998 por dia para aqueles que não obedecerem às ordens de deportação. Em casos de não pagamento, as propriedades dos imigrantes podem ser confiscadas. A Suprema Corte dos Estados Unidos autorizou a aplicação de uma lei de 1789 que permite expulsões em massa, facilitando a deportação de imigrantes.
A mudança no tratamento dos números de Seguro Social gerou críticas, com ex-comissários da Administração da Seguridade Social (SSA) alertando que essa prática pode ser aplicada a qualquer um. A administração Trump reafirma seu compromisso com a deportação em massa, afirmando que está cumprindo promessas feitas aos cidadãos americanos.
Entre na conversa da comunidade