O deputado Glauber Braga, do PSOL do Rio de Janeiro, está em greve de fome há mais de 60 horas como protesto contra a recomendação de cassação de seu mandato, aprovada pelo Conselho de Ética. Ele foi acusado de agredir um militante do Movimento Brasil Livre em abril de 2024. O caso ainda precisa ser votado pelo plenário da Câmara, mas a data da votação não foi definida. Durante a greve, Glauber fez exames de saúde e está sendo monitorado por médicos. Ele está acampado no Anexo 2 da Câmara, recebendo apoio da esposa, a deputada Sâmia Bomfim, e de aliados que o acompanham. A situação pode durar pelo menos duas semanas, devido ao feriado da Páscoa. Glauber tem ingerido apenas água, isotônicos e soro, conforme recomendação médica, e já perdeu quase dois quilos. A família está se mobilizando para dar suporte, e a líder do PSOL, Talíria Petrone, tenta dialogar com o presidente da Câmara sobre o andamento do caso, que gerou indignação entre os aliados de Glauber, especialmente em comparação com outros processos de cassação que estão parados.
O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) está em greve de fome há mais de 60 horas como protesto contra a recomendação de cassação de seu mandato aprovada pelo Conselho de Ética. Ele foi acusado de agredir um militante do Movimento Brasil Livre (MBL) em abril de 2024. O caso ainda será analisado pelo plenário da Câmara dos Deputados, mas a data da votação não foi definida.
Durante o protesto, Glauber realizou exames de saúde e está sendo monitorado por médicos. Ele se encontra acampado no Anexo 2 da Câmara, onde recebe apoio de sua esposa, a deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP), e de aliados que se revezam para acompanhá-lo. A situação pode se estender por pelo menos duas semanas, devido ao feriado da Páscoa.
A esposa de Glauber informou que ele tem ingerido apenas água, isotônicos e soro por recomendação médica. O deputado já perdeu quase dois quilos desde o início da greve. A família tem se mobilizado para dar suporte, com visitas do filho do casal, que tem três anos, sendo monitoradas para evitar estresse excessivo.
Glauber afirmou que não recuará de sua decisão e que utilizará todos os recursos disponíveis para contestar o processo de cassação. A líder do PSOL, Talíria Petrone, tenta dialogar com o presidente da Câmara, Hugo Motta, sobre o andamento do caso, que gerou indignação entre os aliados de Glauber, especialmente em comparação com outros processos de cassação que estão parados.
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