O concurso de drama do ensino médio no Quênia teve problemas quando a polícia usou gás lacrimogêneo para dispersar uma multidão que queria assistir à peça Echoes of War. Essa peça fala sobre como as mídias digitais influenciam a política e o papel dos jovens nas mudanças sociais. Inicialmente, a peça foi desqualificada, mas uma decisão judicial permitiu que ela participasse do festival.
A situação ficou tensa na cidade de Nakuru quando estudantes deixaram o local em protesto pela prisão do autor Cleophas Malala, um ex-senador. Malala não pôde se encontrar com os alunos para os ensaios finais, mas foi liberado sem acusações e elogiou a atitude dos estudantes. As alunas, ao saírem, questionaram quem elas poderiam apresentar sem público e reclamaram da presença da polícia.
Após a prisão de Malala, muitas pessoas se reuniram em frente ao local, querendo ver a peça. No entanto, a polícia foi chamada e usou gás lacrimogêneo para dispersar a multidão. O ministro da Educação, Julius Ogamba, criticou a participação de Malala, dizendo que ele não é professor nem diretor de teatro.
A situação gerou revolta entre o público, com a organização de direitos humanos Amnesty International denunciando a repressão à liberdade de expressão. O político da oposição Kalonzo Musyoka criticou a polícia e elogiou as alunas por não se apresentarem. O partido de oposição, Movimento Democrático Laranja, pediu que os estudantes pudessem apresentar sua peça como os outros concorrentes.
O concurso nacional de drama do ensino médio no Quênia foi marcado por polêmicas após a polícia dispersar uma multidão com gás lacrimogêneo durante a apresentação da peça Echoes of War. A obra, que discute a influência das mídias digitais na governança e o papel da juventude na mudança social, foi inicialmente desqualificada, mas uma decisão judicial reverteu essa situação, permitindo sua participação no festival.
A tensão aumentou na cidade de Nakuru quando estudantes deixaram o local em protesto pela prisão do autor Cleophas Malala, um ex-senador. Malala, que havia sido impedido de se encontrar com os alunos para os ensaios finais, foi liberado sem acusações e elogiou a atitude dos estudantes, afirmando que eles realizaram um “ato de heroísmo”. As alunas, ao saírem do auditório, questionaram: “Quem somos nós para apresentar sem público?”, expressando também descontentamento com a presença policial.
Após a prisão de Malala, grandes grupos se formaram em frente ao local, ansiosos para assistir à peça. No entanto, a polícia de choque foi mobilizada e utilizou gás lacrimogêneo para dispersar a multidão. O ministro da Educação, Julius Ogamba, levantou questões sobre a participação de Malala no evento, destacando que ele não é professor nem diretor de teatro.
A situação gerou indignação pública, com a organização de direitos humanos Amnesty International denunciando um padrão preocupante de repressão estatal à liberdade de expressão. O político da oposição Kalonzo Musyoka criticou a ação policial, elogiando as alunas por sua coragem em não se apresentarem. O partido de oposição, Movimento Democrático Laranja (ODM), exigiu que os estudantes fossem autorizados a realizar sua apresentação como os demais concorrentes.
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