Glauber Braga, deputado do PSOL, começou uma greve de fome em protesto contra a cassação de seu mandato, que foi recomendada pelo Conselho de Ética da Câmara. Desde quarta-feira, dia 9, ele não come e se alimenta apenas de água e isotônico, dormindo na Câmara. A decisão final sobre sua cassação será feita pelo plenário, mas ainda não há data definida para a votação.
A equipe de Glauber informou que ele está há mais de 30 horas sem comer e tem se mantido calmo ouvindo suas bandas favoritas, como a NX Zero. Durante o protesto, ele também toma banho nas dependências da Câmara. O motivo da cassação foi um incidente em abril de 2024, quando ele expulsou um manifestante do Movimento Brasil Livre (MBL) de forma agressiva.
Glauber tem recebido apoio de aliados e líderes religiosos, que visitam o local para demonstrar solidariedade. Um médico acompanha sua saúde e confirmou que sua pressão arterial está normal. A decisão de fazer a greve de fome foi tomada por Glauber sem consultar colegas de partido ou familiares, surpreendendo até sua esposa, a deputada Sâmia Bomfim. A Câmara disponibilizou um policial legislativo para garantir a segurança do deputado durante o protesto. O presidente da Câmara, Hugo Motta, será responsável por definir a data para a análise do parecer que pode levar à perda do mandato.
Glauber Braga, deputado do PSOL, iniciou uma greve de fome em protesto contra o processo de cassação de seu mandato, que foi recomendado pelo Conselho de Ética da Câmara. Desde quarta-feira, dia 9, ele se recusa a comer e se alimenta apenas de água e isotônico, enquanto dorme na Câmara. A decisão final sobre sua cassação será tomada pelo plenário, mas ainda não há data definida para essa votação.
A equipe de Glauber informou que ele está há mais de 30 horas sem ingerir alimentos e tem mantido a calma ouvindo suas bandas favoritas, como a NX Zero. Durante o protesto, o deputado também optou por tomar banho nas dependências da Câmara. O caso que motivou a cassação ocorreu em abril de 2024, quando ele expulsou um manifestante do Movimento Brasil Livre (MBL) de forma agressiva.
A assessoria do deputado revelou que ele dormiu no plenário da comissão durante a madrugada e tem recebido apoio de aliados e líderes religiosos, que visitam o local para prestar solidariedade. Um médico acompanha sua saúde e confirmou que a pressão arterial de Glauber está normal. A decisão de iniciar a greve de fome foi tomada sem consulta a colegas de partido ou familiares, surpreendendo até sua esposa, a deputada Sâmia Bomfim.
A Câmara dos Deputados disponibilizou um policial legislativo para garantir a segurança de Glauber enquanto ele permanece em protesto. O presidente da Câmara, Hugo Motta, será responsável por definir a data da análise do parecer que pode resultar na perda do mandato do parlamentar.
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