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Câmara pode retomar cassação de Chiquinho Brazão, acusado de envolvimento na morte de Marielle Franco

Hugo Motta, presidente da Câmara, pode pautar a cassação de Chiquinho Brazão, preso desde março de 2023, enquanto o caso de Glauber Braga avança.

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, está pensando em discutir a cassação do deputado Chiquinho Brazão, que é acusado de ser um dos responsáveis pelo assassinato da vereadora Marielle Franco em 2018. O processo contra Brazão está parado desde abril de 2024, aguardando uma decisão para seguir em frente. A possibilidade de avançar nesse caso é vista como uma forma de equilibrar a situação política, especialmente em relação ao caso do deputado Glauber Braga, que enfrenta um processo mais rápido e já teve sua cassação recomendada. Glauber está protestando com uma greve de fome. Chiquinho, que está preso desde março do ano passado, ainda mantém seu mandato e recebe salários. O pedido de cassação foi feito pelo PSOL, e a relatora do caso defendeu a cassação. Apesar das graves acusações, Brazão tem apoio político significativo. Além dele, seu irmão e um delegado também são acusados de envolvimento no crime que matou Marielle e seu motorista. A situação levanta questões sobre a impunidade e a influência política.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), está considerando colocar em pauta a proposta de cassação do deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco, ocorrido em 2018. O processo de cassação de Brazão está aberto desde 10 de abril de 2024, mas permanece sem avanços na Câmara, aguardando uma decisão do presidente para retomar a tramitação.

A possibilidade de avanço no caso de Brazão é vista como uma forma de equilibrar as forças políticas, especialmente em relação ao processo acelerado contra o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ). O Conselho de Ética da Câmara recomendou a cassação de Braga, que enfrenta acusações de quebra de decoro parlamentar. Ele iniciou uma greve de fome em protesto contra o relatório que recomenda sua cassação.

Chiquinho Brazão, que está preso desde março do ano passado, continua exercendo seu mandato e recebendo salários. O pedido de cassação contra ele foi feito pelo PSOL, e a relatora do caso, deputada Jack Rocha (PT-ES), defendeu a cassação. Apesar das graves acusações, Brazão tem se beneficiado de apoio político significativo dentro do Centrão.

Além de Chiquinho, seu irmão, Domingos Brazão, e o delegado Rivaldo Barbosa também são acusados de envolvimento no crime que vitimou Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes. A situação de Brazão levanta questões sobre a impunidade e a influência política no processo legislativo.

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