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Atriz argentina atropela casal de brasileiros em Buenos Aires enquanto usava celular

Patricia Scheuer, atriz argentina, estava usando o celular quando atropelou um casal de brasileiros em Buenos Aires. A perícia confirmou que ela leu uma mensagem no WhatsApp no momento do acidente, contradizendo sua alegação de ter sofrido um "apagão". Fernando Pereira de Amorim Junior, de sessenta e dois anos, morreu no local, enquanto Cleusa Adriana Nunes Pombo, de cinquenta anos, ficou gravemente ferida. A defesa da atriz ainda não se manifestou, e o juiz decidirá sobre as acusações de homicídio culposo e lesão corporal.

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Patricia Scheuer, uma atriz argentina, atropelou um casal de brasileiros em Buenos Aires no dia 1º de janeiro, resultando na morte de Fernando Pereira de Amorim Junior, de 62 anos, e ferimentos em Cleusa Adriana Nunes Pombo, de 50 anos. Perícias mostraram que Patricia estava usando o celular e leu uma mensagem no WhatsApp no momento do acidente, que ocorreu às 10h43. Fernando morreu no local e Cleusa ficou internada, recebendo alta em março. A filha de Cleusa expressou sua revolta e desejo de justiça. A perícia contradiz a versão de Patricia, que alegou ter sofrido um “apagão” de dez segundos. Além disso, o carro dela aumentou a velocidade antes do impacto, o que não condiz com a perda de consciência. O juiz responsável agora decidirá se as acusações de homicídio culposo e lesão corporal devem continuar. Após o acidente, Patricia foi presa, mas liberada após prestar depoimento.

Patricia Scheuer, atriz argentina, atropelou um casal de brasileiros em Buenos Aires no dia 1º de janeiro, resultando na morte de Fernando Pereira de Amorim Junior e ferimentos em Cleusa Adriana Nunes Pombo. Perícias indicam que a atriz estava mexendo no celular e leu uma mensagem no WhatsApp no momento do acidente, às 10h43. A informação foi confirmada pela advogada Liziana Amaran Rubim, que representa as vítimas.

Fernando, de 62 anos, morreu no local, enquanto Cleusa, de 50 anos, sofreu fraturas e recebeu alta em março. A filha de Cleusa expressou sua revolta com a situação, afirmando que a família busca justiça pela perda de Fernando e pelo sofrimento da mãe. A perícia contradiz o depoimento de Patricia, que alegou ter sofrido um “apagão” de cerca de dez segundos.

Outras análises indicam que o carro de Patricia aumentou a velocidade antes do impacto, o que, segundo o advogado Facundo Orazi, é incompatível com a perda de consciência. O juiz Sebastián Peluso agora decidirá se as acusações de homicídio culposo e lesão corporal devem prosseguir ou se novas medidas serão tomadas.

Após o acidente, Patricia foi presa, mas liberada após prestar depoimento. O casal estava em Buenos Aires para a virada do ano quando ocorreu o atropelamento, que também envolveu a colisão do veículo com um semáforo antes de atingir as vítimas.

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