Verónica Ojeda, ex-companheira de Diego Maradona, disse que pessoas próximas a ele o “sequestraram” meses antes de sua morte. Isso aconteceu durante um julgamento de sete profissionais de saúde que são acusados de negligência no cuidado do ídolo do futebol, que faleceu em 25 de novembro de 2020, por problemas de saúde, como edema pulmonar e insuficiência cardíaca, após uma cirurgia no cérebro. Os acusados enfrentam a possibilidade de serem considerados culpados por homicídio, pois a acusação afirma que eles sabiam que suas ações poderiam levar à morte de Maradona.
Durante seu depoimento, Ojeda, que é mãe do filho mais novo de Maradona, criticou a equipe que cuidava dele, incluindo assistentes e seu médico pessoal. Ela contou que, em suas visitas, percebeu que a casa onde ele estava não tinha boas condições de higiene. Ela descreveu que havia um cheiro muito ruim no local. O julgamento começou em março e já ouviu várias testemunhas. Um dos médicos que tratou Maradona no passado afirmou que ele tinha problemas de coração e que a falta de cuidados adequados piorou sua situação. Ele sugeriu que Maradona fosse transferido para um centro de reabilitação após a cirurgia.
As audiências do julgamento vão continuar até julho, e mais testemunhas devem ser ouvidas. Os réus podem pegar penas de oito a 25 anos de prisão, e médicos que trataram Maradona antes de sua internação também serão chamados para depor.
Verónica Ojeda, ex-companheira de Diego Maradona, afirmou que pessoas próximas ao ídolo o “sequestraram” meses antes de sua morte, durante um julgamento de sete profissionais de saúde acusados de negligência. Maradona faleceu em 25 de novembro de 2020, devido a complicações de saúde, incluindo edema pulmonar e insuficiência cardíaca, após uma neurocirurgia. Os réus enfrentam acusações de homicídio simples com dolo eventual, pois, segundo a acusação, estavam cientes do risco que suas ações representavam.
Durante seu depoimento, Ojeda, mãe do filho mais novo de Maradona, criticou a equipe que o cercava, mencionando assistentes e o médico pessoal do ex-jogador. Ela relatou que, em visitas ao ex-companheiro, notou condições inadequadas em sua casa, como falta de higiene. “Onde Diego estava, havia cheiro de xixi e cocô”, disse Ojeda, que se emocionou ao descrever a situação do ídolo.
O julgamento, que começou em março, já ouviu diversas testemunhas. Entre elas, Mario Schiter, especialista em terapia intensiva, que tratou Maradona em Cuba e participou de sua autópsia. Ele destacou que o ex-jogador apresentava insuficiência cardíaca latente e que a falta de cuidados adequados contribuiu para seu estado crítico. Schiter recomendou que Maradona fosse transferido para um centro de reabilitação após a neurocirurgia.
As próximas audiências do julgamento estão agendadas para continuar até julho, com a expectativa de que mais testemunhas sejam ouvidas. Os réus podem enfrentar penas de oito a 25 anos de prisão, e o Ministério Público anunciou que médicos que trataram Maradona antes de sua hospitalização também serão convocados para depor.
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