O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, teve um dia difícil. Um acidente de ônibus em Araguari deixou onze pessoas mortas e um grupo chamado “Novo Cangaço” atacou uma agência da Caixa em Guaxupé. Enquanto isso, a Assembleia Legislativa estava parada e servidores da segurança pública protestavam por salários melhores.
Zema tem o apoio de 57 dos 77 deputados, mas não conseguiu avançar com suas propostas. Apenas dois dos seis vetos que apresentou foram votados. A oposição conseguiu que a criação de centros de atendimento ao autismo fosse votada separadamente e aprovada. Depois disso, os deputados que apoiam Zema saíram do plenário, fazendo a sessão ser interrompida por falta de quórum.
Os protestos dos profissionais de segurança ocorreram na Praça Sete, em Belo Horizonte, e a principal reclamação era a falta de aumento salarial. O vice-governador Mateus Simões disse que um aumento de 34% no auxílio-alimentação já foi dado. O governo afirmou que está aberto ao diálogo com os servidores. Além disso, profissionais da educação também pediram aumento salarial na Assembleia. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, criticou a segurança pública no estado, dizendo que o ataque do “Novo Cangaço” mostra que as forças policiais não estão sendo valorizadas.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, enfrentou uma terça-feira marcada por crises, incluindo um acidente de ônibus que deixou onze mortos em Araguari e um ataque do grupo conhecido como “Novo Cangaço”, que explodiu uma agência da Caixa em Guaxupé. Durante esse período, a Assembleia Legislativa permaneceu paralisada, com servidores da segurança pública protestando por melhores salários.
Zema, que conta com uma base de cinquenta e sete dos setenta e sete deputados estaduais, teve dificuldades para avançar com sua pauta legislativa. Apenas dois dos seis vetos que apresentou foram votados. A oposição, que tentou obstruir os trabalhos, conseguiu que a criação de centros regionais de atendimento ao autismo fosse votada separadamente, sendo aprovada por unanimidade. Após a votação, os governistas deixaram o plenário, resultando na interrupção da sessão por falta de quórum.
Os protestos dos profissionais de segurança pública ocorreram na Praça Sete, em Belo Horizonte, com a principal reclamação sendo a falta de recomposição das perdas salariais. O vice-governador Mateus Simões minimizou a situação, afirmando que um aumento de 34% no auxílio-alimentação já foi concedido. O governo declarou que mantém canais de comunicação abertos com as categorias, buscando atender suas demandas dentro das limitações fiscais.
Além dos servidores da segurança, profissionais da educação também buscaram aumento salarial na Assembleia. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, criticou a gestão de segurança pública de Zema, afirmando que o ataque do “Novo Cangaço” evidencia o abandono da segurança no estado e a necessidade de valorização das forças policiais.
Entre na conversa da comunidade