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Supremo Tribunal Federal prorroga inquérito contra Allan dos Santos por 60 dias

Ministro Alexandre de Moraes estende inquérito contra Allan dos Santos e exige dados da Meta, com multa diária de R$ 100 mil por descumprimento.

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu que a investigação contra o blogueiro Allan dos Santos vai continuar por mais sessenta dias. Allan é suspeito de ter criado mensagens falsas contra a jornalista Juliana Dal Piva. A investigação, que começou em agosto de 2024, agora exige que a Meta, empresa que controla o Facebook e o Instagram, forneça informações sobre dois perfis que pertencem a Allan.

A Meta tem dez dias para enviar à Polícia Federal os dados de cadastro dos perfis e o conteúdo das postagens feitas entre 1º de junho de 2024 e 25 de março de 2025. Se não cumprir essa ordem, a empresa pode ser multada em cem mil reais por dia. A Procuradoria-Geral da República apoiou a investigação após um pedido de Dal Piva, que disse que Allan manipulou conversas para acusar o ministro Moraes de ter um plano para prender o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Allan dos Santos vive nos Estados Unidos e é considerado foragido desde 2021, enfrentando um pedido de extradição e prisão preventiva. Em fevereiro, Moraes já havia multado a plataforma X em oito milhões de reais por não fornecer dados de um perfil ligado a Allan. Além deste caso, ele está sendo investigado por ameaças a ministros e por espalhar informações falsas. A situação de Allan continua sendo acompanhada pelas autoridades enquanto ele permanece fora do Brasil.

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, prorrogou por sessenta dias o inquérito da Polícia Federal contra o blogueiro bolsonarista Allan dos Santos. O caso investiga a suspeita de que Allan forjou mensagens contra a jornalista Juliana Dal Piva. A investigação, que começou em agosto de 2024, agora exige que a Meta, empresa responsável pelo Facebook e Instagram, forneça dados sobre dois perfis atribuídos a Allan.

A Meta deve apresentar à Polícia Federal, em até dez dias, os dados cadastrais utilizados na criação dos perfis e o conteúdo das postagens realizadas entre 1º de junho de 2024 e 25 de março de 2025. O descumprimento dessa ordem pode resultar em uma multa diária de R$ 100 mil. A Procuradoria-Geral da República apoiou a abertura do inquérito após um pedido de Dal Piva, que alegou que Allan manipulou diálogos para implicar um plano do ministro Moraes para prender o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Allan dos Santos, que reside nos Estados Unidos, é considerado foragido desde 2021 e enfrenta um pedido de extradição e prisão preventiva assinado por Moraes. Em fevereiro, o ministro já havia determinado que a plataforma X pagasse uma multa de R$ 8 milhões por não cumprir uma ordem judicial anterior que solicitava dados de um perfil associado ao blogueiro.

Além deste inquérito, Allan está sendo investigado em outros casos no STF que apuram ameaças a ministros e disseminação de informações falsas. A situação do blogueiro continua a ser monitorada pelas autoridades, enquanto ele permanece fora do país.

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