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Polícia Militar desmobiliza protesto do MST em usina acusada de crime ambiental em São Paulo

Polícia Militar encerra protesto do MST em usina multada por crime ambiental; movimento intensifica ações em busca de desapropriações em todo o Brasil.

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A Polícia Militar desfez rapidamente um protesto do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na Usina São José, em Rio das Pedras, São Paulo, no dia 7 de abril. Os manifestantes pediam a desapropriação das terras após a usina ser multada em R$ 18 milhões por poluição que causou a morte de 235 mil peixes no Rio Piracicaba. A usina foi acusada de despejar resíduos que afetaram uma área de proteção ambiental, segundo a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo.

Cerca de 400 famílias participaram da ocupação, mas foram retiradas pela polícia, que usou gás lacrimogêneo. Um deputado criticou a ação policial, que ocorreu sem um processo de desapropriação, tornando a ocupação irregular. O governo de São Paulo justificou a ação com base em denúncias de invasão.

A Usina São José, que pertence ao Grupo Farias, contesta as acusações e a multa, afirmando que a poluição continuou mesmo após a suspensão de suas atividades. O MST argumenta que a usina não cumpre os critérios de função social, pois causa danos ao meio ambiente.

Além disso, o MST está ativo em outros estados, com várias ações registradas durante o período conhecido como Abril Vermelho. Enquanto a Polícia Militar de São Paulo desmobilizou os acampamentos, em Minas Gerais e Goiás, os protestos não foram reprimidos da mesma forma. O MST continua pressionando por desapropriações em diversas regiões, destacando a importância da reforma agrária e da proteção ambiental.

A Polícia Militar desmobilizou rapidamente um protesto do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na Usina São José, localizada em Rio das Pedras, São Paulo, no dia sete de abril. Os militantes reivindicavam a desapropriação das terras após a usina ser multada em R$ 18 milhões por crime ambiental, que resultou na morte de 235 mil peixes no Rio Piracicaba. A usina foi acusada de despejar resíduos que afetaram a Área de Proteção Ambiental (APA) do Tanquã, conforme a análise da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB).

Cerca de 400 famílias participaram da ocupação, mas foram retiradas pela polícia, que utilizou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes. O deputado estadual Simão Pedro (PT) criticou a ação policial, que ocorreu sem um processo de desapropriação em andamento, tornando a ocupação considerada irregular. O governo paulista justificou a ação policial com base em denúncias de invasão.

A Usina São José, pertencente ao Grupo Farias, contesta as acusações e a multa, alegando que a poluição continuou após a suspensão de suas atividades em agosto de 2024. A CETESB identificou que o vazamento de resíduos ocorreu em julho, causando a morte de peixes em um intervalo de oito dias. O MST argumenta que a usina não cumpre os critérios de função social, conforme estabelecido na Constituição Federal, ao causar danos ambientais.

O MST também está ativo em outros estados, com vinte ações registradas em dez estados durante o período conhecido como Abril Vermelho. Enquanto a Polícia Militar de São Paulo desmobilizou acampamentos, em Minas Gerais e Goiás, os protestos não foram reprimidos da mesma forma. O MST continua pressionando por desapropriações em diversas regiões, destacando a necessidade de uma abordagem mais eficaz em relação à reforma agrária e à proteção ambiental.

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