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Governo relança leilão de energia, mas terminal de gás em Suape ainda não está pronto

Governo brasileiro relança leilão de usinas de energia, mas falta de terminal de gás em Suape gera incertezas sobre viabilidade do projeto.

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O governo do Brasil vai relançar um leilão para contratar usinas que vão garantir energia para o país. O leilão anterior foi cancelado por causa de brigas judiciais sobre as regras. Agora, uma nova consulta pública vai definir como será o leilão, mas há um problema. Seis usinas disseram que vão comprar gás natural da Shell, que é parceira da OnCorp em um terminal de regaseificação em Suape, Pernambuco. Porém, esse terminal ainda não está funcionando. O projeto, chamado Regás, foi anunciado em 2021, mas as obras não acabaram. A OnCorp tem um contrato que permite fazer investimentos e operar o terminal de forma temporária, mas ainda não finalizou as instalações. Isso gera dúvidas sobre se haverá gás disponível para as usinas. Um especialista, Edvaldo Santana, expressou preocupação com a possibilidade de que as usinas não consigam cumprir o que prometeram, como aconteceu em leilões anteriores. A OnCorp e a Shell não comentaram sobre a situação.

O governo brasileiro está prestes a relançar um leilão para a contratação de usinas que garantirão reserva de energia em todo o país. O certame anterior foi cancelado devido a disputas judiciais sobre suas regras. Uma nova consulta pública será realizada para definir as diretrizes do leilão, mas a viabilidade do projeto enfrenta um desafio significativo.

Seis usinas interessadas informaram que o gás natural será adquirido da Shell, que é parceira da empresa OnCorp no Terminal de Regaseificação do Porto de Suape, em Pernambuco. No entanto, o terminal ainda não está em operação. O projeto, conhecido como Regás, foi anunciado em 2021, mas as obras ainda não foram concluídas.

O contrato com a OnCorp, assinado em 2022, permite que a empresa realize investimentos e opere o terminal de forma provisória. A OnCorp tem um prazo de quinze meses para finalizar as instalações e, após isso, quatro anos para explorar o terminal em parceria com a Shell. Contudo, a falta de conclusão das obras gera incertezas sobre a disponibilidade de gás para as usinas.

Edvaldo Santana, professor e ex-diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), expressou preocupação com a possibilidade de repetição de problemas enfrentados em leilões anteriores, onde usinas contratadas não conseguiram cumprir suas obrigações. A OnCorp e a Shell não se manifestaram sobre a situação atual.

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