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Enrique de Inglaterra busca segurança policial em audiência contra o governo britânico

Príncipe Enrique de Inglaterra discute segurança em tribunal; governo britânico defende decisão de proteção reduzida. Desfecho deve sair após Semana Santa.

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O príncipe Enrique de Inglaterra foi ao Tribunal de Apelação em Londres para discutir sua necessidade de segurança policial durante suas visitas ao Reino Unido. Esta é a segunda vez que ele faz esse pedido, já que o anterior foi negado. A advogada de Enrique disse que a segurança dele e de sua família está em risco, enquanto o governo defendeu que a redução da proteção se baseou em questões de segurança específicas.

A audiência teve partes fechadas ao público por causa de informações confidenciais. Enrique foi visto anotando e conversando com seus advogados. O advogado do governo afirmou que a decisão do comitê responsável pela segurança foi tomada sem consultar especialistas, mencionando que a situação de Enrique é única, já que ele deixou a família real em 2020.

A advogada de Enrique argumentou que a nova abordagem de segurança é injusta. Desde a decisão do comitê, ele não recebe automaticamente proteção policial ao chegar ao Reino Unido e precisa avisar com antecedência sobre suas visitas. Enrique, que vive nos Estados Unidos com sua esposa Meghan e seus filhos, processou o governo britânico por causa da redução da segurança. Em uma audiência anterior, foi destacado que ele e Meghan se sentiram forçados a deixar seus papéis na realeza por falta de proteção. O governo, por sua vez, afirmou que a segurança não foi completamente retirada, mas ajustada à nova situação do príncipe.

O príncipe Enrique de Inglaterra compareceu ao Tribunal de Apelação de Londres no dia 9 de abril para discutir sua solicitação de segurança policial durante visitas ao Reino Unido. A audiência, que é a segunda consecutiva, ocorre após a rejeição de seu pedido anterior pelo Tribunal Superior de Justiça da Inglaterra e Gales. Durante a sessão, a advogada de Enrique enfatizou que a “segurança e a vida” do príncipe estão em risco, enquanto o governo argumentou que a decisão de reduzir a proteção foi baseada em um contexto de segurança específico.

A audiência incluiu partes realizadas a portas fechadas, devido à natureza confidencial de alguns assuntos. Enrique foi visto tomando notas e consultando sua equipe legal, enquanto o advogado do governo, James Eadie, defendeu que a decisão do Comitê Executivo para a proteção de figuras da realeza e públicas do Reino Unido (Ravec) foi tomada sem consultar a junta de especialistas em gestão de riscos, citando “circunstâncias únicas” relacionadas ao anúncio de Enrique em 2020 sobre sua saída da família real.

A advogada do príncipe argumentou que a abordagem flexível em matéria de segurança resultou em um tratamento “injustificado e injusto” para ele. Desde a decisão do Ravec, Enrique não recebe automaticamente segurança policial ao chegar ao Reino Unido, necessitando avisar com trinta dias de antecedência sobre suas visitas. Ele expressou que se sente incapaz de levar sua família ao país sem garantias de segurança adequadas.

O príncipe, que reside permanentemente nos Estados Unidos com sua esposa, Meghan Markle, e seus filhos, processou o ministério do Interior britânico pela redução do nível de proteção. A primeira audiência, realizada um dia antes, destacou que Enrique e Meghan se sentiram “forçados” a deixar suas funções públicas em 2020, alegando falta de proteção por parte da instituição. O governo, por sua vez, reafirmou que a proteção policial não foi completamente retirada, mas ajustada conforme a nova realidade do príncipe.

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