O Tribunal Regional Eleitoral de Goiás decidiu que o governador Ronaldo Caiado pode voltar a se candidatar. Ele havia sido considerado inelegível por oito anos por abuso de poder político nas eleições municipais de 2024. A decisão anterior, que o condenou, foi revertida por unanimidade. Caiado e seu aliado, o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, foram acusados de usar o Palácio das Esmeraldas para fazer campanha. O relator do caso, desembargador José Mendonça Carvalho Neto, disse que os eventos não afetaram as eleições, mas reconheceu que houve exploração política do local. Apesar da reversão, Caiado e Mabel terão que pagar multas de R$ 60 mil e R$ 40 mil, respectivamente. Caiado se mostrou satisfeito com a decisão e anunciou sua pré-candidatura à Presidência em 2026, criticando o governo atual e focando em segurança pública. A Procuradoria Regional Eleitoral já havia defendido a reversão da condenação, considerando as punições anteriores excessivas. A decisão ainda pode ser contestada em instâncias superiores.
O Tribunal Regional Eleitoral de Goiás reverteu, por unanimidade, a decisão que tornava o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), inelegível por oito anos. A condenação anterior, que ocorreu em dezembro de 2024, foi baseada em abuso de poder político durante as eleições municipais, envolvendo também o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (União), e a vice-prefeita eleita, Cláudia da Silva Lira.
O relator do caso, desembargador José Mendonça Carvalho Neto, afirmou que os eventos realizados no Palácio das Esmeraldas não comprometeram o pleito eleitoral, embora reconhecesse a exploração política do ambiente. Apesar da reversão da inelegibilidade, o TRE-GO decidiu manter as multas aplicadas a Caiado e Mabel, que totalizam R$ 60 mil e R$ 40 mil, respectivamente.
Caiado expressou sua satisfação com a decisão, afirmando que sempre respeitou as leis do país. Ele também oficializou sua pré-candidatura à Presidência da República nas eleições de 2026, destacando críticas ao atual governo e um foco em segurança pública. O presidente do TRE-GO, Luiz Cláudio Veiga Braga, comentou que a punição anterior foi desproporcional e sem razoabilidade.
A Procuradoria Regional Eleitoral de Goiás já havia se posicionado a favor da reversão da condenação, considerando as sanções excessivas. A decisão do TRE-GO ainda pode ser contestada no Tribunal Superior Eleitoral.
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