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Silas Malafaia critica Exército Brasileiro e provoca resposta de Hamilton Mourão

Silas Malafaia criticou o Exército Brasileiro, chamando generais de "frouxos" em ato na Avenida Paulista. Hamilton Mourão respondeu, chamando-o de "falastrão". A troca de farpas entre os dois gerou reações entre aliados de Bolsonaro, que defenderam Malafaia e criticaram Mourão.

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Silas Malafaia criticou o Exército Brasileiro em um ato na Avenida Paulista, chamando os generais de frouxos e covardes. Ele se referiu ao general Walter Braga Netto, que está preso por tentar atrapalhar investigações sobre um golpe de Estado. Em resposta, Hamilton Mourão, ex-vice-presidente e também general, chamou Malafaia de falastrão e disse que ele não entende os valores do Exército, como honra e dever. Mourão tem se afastado do bolsonarismo radical e não tem participado de atos em apoio a Jair Bolsonaro.

A situação se intensificou quando Malafaia atacou Mourão, acusando-o de deslealdade e covardia, e questionou sua ausência em manifestações em defesa de Bolsonaro. Ele também mencionou declarações do atual ministro da Defesa, que negou que houvesse ameaças de golpe no Brasil. Aliados de Bolsonaro, como Fabio Wajngarten, defenderam Malafaia e criticaram a prisão de Braga Netto, sugerindo que Mourão deveria usar sua influência para combater prisões que consideram injustas.

As críticas de Silas Malafaia ao Exército Brasileiro durante um ato na Avenida Paulista geraram uma resposta contundente do ex-vice-presidente Hamilton Mourão. Malafaia, em seu discurso, atacou o general Walter Braga Netto, atualmente preso por obstruir investigações sobre uma tentativa de golpe de Estado, e descreveu o Exército como uma “cambada de frouxos, covardes e omissos”. Ele questionou a lealdade dos generais e a honra da farda que vestem.

Em resposta, Mourão, que também é general do Exército e atualmente senador, chamou Malafaia de “falastrão” e criticou sua falta de escrúpulos. Mourão destacou que o pastor demonstrou desconhecimento sobre os valores que regem os integrantes do Exército, como honra e dever. O ex-vice-presidente tem se distanciado do bolsonarismo mais radical e não tem participado de atos públicos de apoio a Jair Bolsonaro.

A disputa verbal se intensificou na noite de segunda-feira, quando Malafaia retaliou, acusando Mourão de deslealdade e covardia. O pastor reiterou suas críticas ao alto comando do Exército e questionou a ausência de Mourão em manifestações em defesa de Bolsonaro. Ele também mencionou declarações do atual ministro da Defesa, José Múcio, que negou a existência de ameaças de golpe no Brasil.

Aliados de Bolsonaro, como Fabio Wajngarten, saíram em defesa de Malafaia, condenando a prisão de Braga Netto e sugerindo que Mourão deveria usar sua influência política para combater o que consideram prisões arbitrárias. Wajngarten criticou Mourão por atacar Malafaia, que sempre esteve ao lado do ex-presidente, e pediu que ele se concentrasse em evidenciar abusos no sistema político atual.

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