O deputado Gustavo Gayer fez comentários ofensivos sobre a ministra Gleisi Hoffmann, o que resultou em uma queixa-crime contra ele. O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, deu a Gayer 15 dias para se explicar. Gleisi pede 30 mil reais por danos morais e argumenta que as palavras de Gayer aumentam a violência política e a misoginia. Gayer fez suas declarações nas redes sociais, questionando se o presidente Lula estava “oferecendo” Gleisi a outros líderes do Congresso. Após a repercussão negativa, ele negou ser machista e tentou se explicar, mas não recebeu resposta. Além da ação de Gleisi, o deputado Lindbergh Farias também processou Gayer. O PT pediu a cassação do mandato de Gayer, destacando a tensão no cenário político em relação ao tratamento de mulheres.
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, estabeleceu um prazo de quinze dias para que o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) apresente sua defesa em relação às ofensas dirigidas à ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT). A queixa-crime protocolada por Gleisi inclui pedidos de condenação por difamação e injúria, além de uma reparação de R$ 30 mil por danos morais.
A defesa da ex-presidenta do PT argumenta que as declarações de Gayer não apenas intensificam a violência política, mas também alimentam a misoginia em um ambiente que deveria promover a igualdade. O deputado fez suas declarações em redes sociais, questionando o líder da bancada petista, Lindbergh Farias (RJ), sobre a suposta oferta de Gleisi por parte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a outros líderes do Congresso.
Após a repercussão negativa, Gayer negou ter agido de forma machista e tentou se explicar em uma mensagem ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), mas não obteve resposta. Além da ação de Gleisi, Lindbergh Farias também ajuizou duas ações judiciais contra Gayer, uma no STF e outra na Procuradoria Geral da República.
O Partido dos Trabalhadores (PT) acionou o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, solicitando a cassação do mandato de Gayer. O caso destaca a crescente tensão no cenário político brasileiro, especialmente em relação ao tratamento de figuras femininas na política.
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