Estudantes da Universidade de Columbia estão enfrentando um clima de medo no campus devido a novas políticas de segurança implementadas pela administração, que visam combater o antissemitismo. As mudanças incluem restrições a protestos e um aumento na presença policial, o que tem gerado insegurança entre os alunos. Uma estudante de mestrado, que preferiu não se identificar, expressou sua decepção ao perceber que a universidade, conhecida por seu ativismo, agora se assemelha a “uma fortaleza com altas paredes”.
As novas regras proíbem protestos em áreas próximas a edifícios acadêmicos e exigem que os manifestantes não usem máscaras ou coberturas faciais. Além disso, a administração contratou novos policiais treinados para lidar com manifestações, aumentando a sensação de vigilância no campus. A estudante Maria afirmou que a atmosfera é de temor, questionando se a segurança está ali para protegê-la ou se ela é vista como uma suspeita.
Enquanto alguns alunos se sentem ameaçados, outros, como David Jonah Lederer, apoiam as reformas, argumentando que eram necessárias para garantir a segurança. No entanto, críticos alertam que essas medidas podem sufocar a liberdade de expressão, com o professor Michael Cooperson destacando que a luta contra o antissemitismo pode ser um pretexto para limitar a dissidência.
A situação em Columbia reflete um padrão mais amplo, com a administração Trump suspendendo milhões em financiamentos para outras universidades e investigando suas políticas de diversidade. Especialistas preveem que essa repressão pode levar a novas formas de ativismo, com estudantes buscando métodos mais discretos e radicais para se manifestar. A resistência já começa a se formar em outras instituições, com protestos e ações judiciais contra as políticas do governo.
Estudantes da Universidade de Columbia relatam um clima de medo no campus devido a novas políticas de segurança implementadas pela administração, que visam combater o antissemitismo. As mudanças incluem restrições a protestos e um aumento na presença policial, levando muitos alunos a se sentirem inseguros. Uma estudante de mestrado, que preferiu não ser identificada, expressou sua decepção ao perceber que a universidade, conhecida por seu ativismo, agora se assemelha a “uma fortaleza com altas paredes”.
As novas regras proíbem protestos em áreas próximas a edifícios acadêmicos e exigem que os manifestantes não usem máscaras ou coberturas faciais. A administração também contratou novos policiais treinados para lidar com manifestações, aumentando a sensação de vigilância no campus. A estudante Maria afirmou que a atmosfera é de temor, questionando se a segurança está ali para protegê-la ou se ela é vista como uma suspeita.
Enquanto alguns alunos se sentem ameaçados, outros, como David Jonah Lederer, apoiam as reformas, argumentando que eram necessárias para garantir a segurança. No entanto, críticos alertam que essas medidas podem sufocar a liberdade de expressão, com o professor Michael Cooperson destacando que a luta contra o antissemitismo pode ser um pretexto para limitar a dissidência.
A situação em Columbia reflete um padrão mais amplo, com a administração Trump suspendendo milhões em financiamentos para outras universidades e investigando suas políticas de diversidade. Especialistas preveem que essa repressão pode levar a novas formas de ativismo, com estudantes buscando métodos mais discretos e radicais para se manifestar. A resistência já começa a se formar em outras instituições, com protestos e ações judiciais contra as políticas do governo.
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