O Tribunal Constitucional do Chile decidiu afastar a senadora Isabel Allende, filha do ex-presidente Salvador Allende, por violar a Constituição ao participar da venda da casa de seu pai ao Estado. A decisão, tomada na quinta-feira (3), é a primeira destituição de um parlamentar por essa razão. O imóvel, localizado na rua Guardia Vieja 392, seria transformado em um museu pelo Instituto Nacional de Patrimônio.
Isabel Allende, que representava o 6º Distrito da Região de Valparaíso e estava em seu segundo mandato no Senado, foi acusada de celebrar um contrato com o Estado, o que é proibido pelo artigo 60 da Constituição chilena. Embora a transação não tenha sido concluída, o tribunal considerou que a assinatura da escritura pública configurou a violação. A votação no tribunal foi de oito votos a favor e dois contra.
A decisão teve repercussões significativas na política chilena, resultando na renúncia da ministra da Defesa, Maya Fernández, e na saída de outros ministros e funcionários. O ministro do Interior, Álvaro Elizalde, lamentou a destituição, enquanto a oposição celebrou a decisão, afirmando que reafirma a importância da Constituição. Isabel Allende ficará impedida de exercer cargos públicos por dois anos.
Além disso, uma investigação criminal está em andamento para apurar possíveis fraudes fiscais relacionadas à operação. O Senado deverá declarar a vaga deixada por Allende, e o Partido Socialista nomeará um substituto. A decisão do tribunal ainda não foi formalmente publicada, mas já foi adotada pelo plenário.
O Tribunal Constitucional do Chile decidiu afastar a senadora Isabel Allende, filha do ex-presidente Salvador Allende, por violar a Constituição ao participar da venda da casa de seu pai ao Estado. A decisão, tomada na quinta-feira (3), marca a primeira destituição de um parlamentar por essa razão. O imóvel, localizado na rua Guardia Vieja 392, seria transformado em um museu pelo Instituto Nacional de Patrimônio.
A senadora, que representava o 6º Distrito da Região de Valparaíso e estava em seu segundo mandato no Senado, foi acusada de celebrar um contrato com o Estado, o que é proibido pelo artigo 60 da Constituição chilena. Embora a transação não tenha sido concluída, o tribunal considerou que a assinatura da escritura pública configurou a violação. A votação no tribunal foi de oito votos a favor e dois contra.
A decisão teve repercussões significativas na política chilena, resultando na renúncia da ministra da Defesa, Maya Fernández, e na saída de outros ministros e funcionários. O ministro do Interior, Álvaro Elizalde, lamentou a destituição, enquanto a oposição celebrou a decisão, afirmando que reafirma a importância da Constituição. Isabel Allende ficará impedida de exercer cargos públicos por dois anos.
Além disso, uma investigação criminal está em andamento para apurar possíveis fraudes fiscais relacionadas à operação. O Senado deverá declarar a vaga deixada por Allende, e o Partido Socialista nomeará um substituto. A decisão do tribunal ainda não foi formalmente publicada, mas já foi adotada pelo plenário.
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