A Taurus, fabricante de armamentos, lançou um drone armado na LAAD Defence & Security 2025, voltado para operações policiais e militares. O equipamento, que pode substituir helicópteros, ainda não tem regulamentação específica no Brasil. Especialistas em segurança pública expressam preocupações sobre seu uso, ressaltando a necessidade de um debate mais amplo sobre a tecnologia.
O novo drone pode ser equipado com fuzis e metralhadoras e foi desenvolvido para aumentar as capacidades operacionais das forças de segurança. A Taurus, com sede em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, afirma que o produto é inédito no mundo e está em fase de demonstração para venda. A empresa destaca que o uso do drone depende de regulamentação, que está sendo discutida com órgãos competentes.
Eduardo Pazinato, especialista em Políticas Públicas, alerta que o uso de drones armados pode não atender às necessidades reais de combate à criminalidade nas cidades e pode agravar a situação, colocando mais pessoas em risco. Carolina Ricardo, diretora executiva do Instituto Sou da Paz, também critica a aplicação do equipamento na segurança pública, considerando-o mais adequado para contextos militares.
A Taurus afirma que o drone pode reduzir riscos para equipes em solo e minimizar danos materiais em operações. Contudo, a falta de regulamentação e as preocupações levantadas por especialistas indicam que o debate sobre o uso de drones armados na segurança pública brasileira ainda está em andamento.
A Taurus, fabricante de armamentos, apresentou um drone armado na LAAD Defence & Security 2025, destinado a missões policiais e militares. O equipamento, que pode substituir helicópteros, ainda não possui regulamentação específica no Brasil. Especialistas em segurança pública expressam preocupações sobre seu uso, destacando a necessidade de um debate mais amplo sobre a tecnologia.
O novo drone, que pode ser equipado com fuzis e metralhadoras, foi desenvolvido para ampliar as capacidades operacionais das forças de segurança. A Taurus, com sede em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, afirma que o produto é inédito no mundo e está em fase de demonstração para venda. A empresa ressalta que o uso do drone depende de regulamentação, que está sendo discutida com órgãos competentes.
Eduardo Pazinato, especialista em Políticas Públicas, alerta que o uso de drones armados pode não atender às necessidades reais de combate à criminalidade nas cidades. Ele afirma que essa tecnologia pode agravar a situação, colocando mais pessoas em risco, inclusive os profissionais de segurança. A diretora executiva do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo, também critica a aplicação do equipamento na segurança pública, considerando-o mais apropriado para contextos militares.
A Taurus destaca que o drone pode reduzir riscos para equipes em solo e minimizar danos materiais em operações. No entanto, a falta de regulamentação e as preocupações levantadas por especialistas indicam que o debate sobre o uso de drones armados na segurança pública brasileira ainda está longe de ser resolvido.
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