Pamela La Rosa, uma jovem peruana de 22 anos, deu à luz sua filha em 26 de março e, após um episódio de violência doméstica, teve a criança retirada pela Comunidade de Madrid. Desde então, La Rosa não teve acesso à filha e questiona a falta de informações sobre a localização da criança, além de não ter recebido documentação oficial sobre a tutela.
No hospital de Torrejón de Ardoz, assistentes sociais informaram La Rosa que tanto ela quanto a bebê estavam em risco devido a um processo de violência machista contra seu parceiro. Após o parto, a polícia deteve o pai da criança por quebrar uma ordem de afastamento. As assistentes sociais ofereceram a La Rosa a opção de ir para uma casa de acolhimento com a filha ou deixar a criança para que entrasse em adoção, mas ela não compreendeu a gravidade da situação.
A Comunidade de Madrid justificou a retirada da criança com base em indicadores de risco, afirmando que a decisão visa garantir a segurança do menor. No entanto, La Rosa contesta essa avaliação, alegando que não recebeu informações claras sobre a retirada e que não abandonou a filha, mas foi forçada a deixá-la no hospital. O advogado de La Rosa, Juan José Veintimilla, argumenta que o processo não seguiu os protocolos legais adequados e que a retirada da tutela deve ser baseada em uma análise profunda dos riscos.
La Rosa continua sem saber onde está sua filha e pede para poder vê-la, questionando a lógica por trás da separação. O advogado destaca que a retirada deve ser proporcional e que a mãe tem o direito de demonstrar que pode oferecer um ambiente seguro para a criança. A situação gerou críticas sobre a falta de comunicação e a ausência de documentação formal no processo.
Pamela La Rosa, uma jovem peruana de 22 anos, deu à luz sua filha em 26 de março e, após um episódio de violência doméstica, teve a criança retirada pela Comunidade de Madrid. La Rosa afirma que não teve acesso à filha desde a retirada e questiona a falta de informações sobre a localização da criança, além de não ter recebido documentação oficial sobre a tutela.
No hospital de Torrejón de Ardoz, dois assistentes sociais informaram La Rosa que tanto ela quanto a bebê estavam em risco devido a um processo de violência machista contra seu parceiro. A jovem relatou que, após o parto, a polícia deteve o pai da criança por quebrar uma ordem de afastamento. As assistentes sociais ofereceram a La Rosa a opção de ir para uma casa de acolhimento com a filha ou deixar a criança para que entrasse em adoção, mas ela não compreendeu a gravidade da situação.
A Comunidade de Madrid justificou a retirada da criança com base em indicadores de risco, afirmando que a decisão visa garantir a segurança do menor. No entanto, La Rosa contesta essa avaliação, alegando que não recebeu informações claras sobre a retirada e que não abandonou a filha, mas foi forçada a deixá-la no hospital. A situação gerou críticas sobre a falta de comunicação e a ausência de documentação formal.
O advogado de La Rosa, Juan José Veintimilla, argumenta que a forma como o processo foi conduzido não seguiu os protocolos legais adequados. Ele destaca que a retirada da tutela deve ser baseada em uma análise profunda dos riscos, e não apenas em suposições. La Rosa continua sem saber onde está sua filha e pede para poder vê-la, questionando a lógica por trás da separação.
Entre na conversa da comunidade