O tatuador brasileiro Carlos Orleans e sua esposa Carol Archangelo enfrentam uma situação delicada após perderem a guarda dos filhos menores, X. e Y., em Viseu, Portugal. Recentemente, uma campanha de doação falsa foi criada, explorando a situação do casal. A iniciativa, que se apresenta como uma vaquinha virtual, utiliza os nomes e imagens das […]
O tatuador brasileiro Carlos Orleans e sua esposa Carol Archangelo enfrentam uma situação delicada após perderem a guarda dos filhos menores, X. e Y., em Viseu, Portugal. Recentemente, uma campanha de doação falsa foi criada, explorando a situação do casal. A iniciativa, que se apresenta como uma vaquinha virtual, utiliza os nomes e imagens das crianças sem autorização, o que gerou indignação entre brasileiros e portugueses.
Carlos desmentiu a campanha em suas redes sociais, afirmando: “Não há nenhuma iniciativa minha ou da minha família para receber doações. São golpistas.” Ele alertou que a arrecadação não tem relação com a família e que não devem ser feitas doações. As crianças foram retiradas dos pais em 17 de março por determinação judicial, o que impossibilita o retorno ao Brasil.
O falso familiar que criou a campanha se apresenta como tio das crianças e alega que o dinheiro seria destinado a despesas jurídicas. Contudo, o casal já conta com a assistência de um escritório de advocacia que decidiu não cobrar pelos serviços relacionados à contestação judicial. Além disso, o Itamaraty ofereceu apoio jurídico ao casal.
A situação gerou uma onda de apoio ao casal, mas também expôs a vulnerabilidade de famílias em situações semelhantes, ressaltando a necessidade de cautela em relação a campanhas de arrecadação online. A comunidade permanece atenta e solidária, enquanto o casal busca resolver a questão legal e reunir-se com os filhos.
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